Não posso comparar-me a ti Minha poetiza adorada!
Pois minh'alma desesperada,
Só por ler-te, já sorri...
Poetiza de meus versos!
Inspiração de meus lamentos!
Princesa de meus desalentos!
Aconchego do meu coração!
Posso fazer parte do teu rútilo castelo?
Do teu reino de quimeras mil,
Coberto pelo céu azul e belo?
E tua torre de névoa, podes abri-la para mim?
Para que juntas vejamos o denegrir das mágoas,
O princípio do nosso fim...!
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