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23 de agosto de 2012



não posso dizer que alguma vez te tenha esquecido. não posso de maneira alguma afirmar que esses olhos estranhamente profundos, estranhamente doces; me tenham saído da cabeça por um segundo que fosse durante todo este tempo, pois estaria a mentir..

nem os teus beijos, esses não poderei mesmo nega-los pois eles estão cravados no meu ventre, no meu pescoço, nos meus lábios também.. é impossível, que alguma vez eu te esqueça; esqueça o que nós tivemos. e tu também não te esqueces, eu sei que não.

31 de março de 2012

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‎"Da boca p'ra fora a gente diz tudo o que quer." 

8 de outubro de 2011

15 de setembro de 2011

Bem-me-quer, mal-me-quer,

"Okay, we're gonna be okay. You and I, we're a team, right? We're tough. We have that in common. I am very glad you're here. I didn't think your first day would be quite like this, but I'm gonna get it together, and we're gonna figure this out."
Meredith Grey


Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
Sedo assim, também quando escrevo tenho um sem número de personas a tentar tomar conta das minhas mãos; desde a mais genuína, aquela que penso ser a original, até àquela criada apenas por 5 minutos, são elas que vos escrevem, são elas que vocês lêem nestas páginas rasgadas da minha alma. Perguntem-me vocês qual esta escrever-vos agora que não vos saberei responder. Perdi-me algures em mim. Esta imagem que concebi do meu Eu tornou-se tão presente e tão entranhada que já mal me conheço. Turvam-me as minhas entidades, fazem-me perder os sentidos, fazem-me esquecer quem sou, por onde vou e de onde vim. Já não sei mais quem fala quando falo comigo, perdi-me nesta mesmice chata de ser quem sou. Criei outros “eu's” para que pudesse tornar-me mais única mas perdi-me ainda mais por ver que já não me conhecia. Quanto mais me conheço mais me estranho. Mais me diluo nestas personagens que também sou eu mas que não conheço. E quanto mais me sei, mais descortino realidades por conhecer; e mais preciso de criar outras caricaturas de mim para destapar as que já ficaram pelo caminho. Já não sei o que é ser genuína de tão genuína que sou. Perdi-me algures pelas mãos de mim, fui devorada pelo meu génio efémero.
Será que vivo numa mentira? Fora a mentira uma representação pura da veracidade que eu seria também uma impostura. Estranha-me a minha paridade nas inconstantes efígies do meu ser. Já não me sei de tanto me saber.

18 de agosto de 2011

e pronto(s)

"Os outros vêem-na como sendo uma pessoa com vivacidade, charmosa, divertida, prática e interessante. Alguém que está sempre no centro das atenções mas que não deixa que isso lhe suba à cabeça. Também é vista como um a amiga delicada e compreensiva, sempre disposta a animar e ajudar aqueles que a rodeiam."

(:

teste vindo daqui.

15 de agosto de 2011

to ireland, with love*


A* how do you say “i love you”?
P* A-mo-te
A* À-mó-té
P* me too :$


you will be missed and loved, forever I promise

28 de fevereiro de 2011

they say everything is about timing, love too♥

madness - foto by me


"I love that you get cold when it is 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle in your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible. "
in when harry meet sally

preciso de saber de ti, mais do que preciso de mim. Dói-me não saber por onde andas, o que te move, a quem te dás e por onde te deixas. Imagino que por vezes andes desnorteado, por entre a tristeza e a esperança, por entre o desgosto e a euforia, mas nem disso tenho a certeza: suponho-te, quase tanto quanto te amo. Também há dias em que te duvido. Dói-me o corpo e estranho-te nesses dias; és uma transfusão do tipo errado de sangue, ou do tipo de sangue certo mas a circular ao avesso: entras-me pelo coração e corróis-me os órgãos vitais, corrompes-me o pensamento, tens tu o poder de me deixar o cérebro em estado vegetal. contigo vou rapidamente ao fundo, desço a pique. Há um travo hilariante na desmesura com que estamos não estando. conferes uma dimensão quase teatral à minha vida, estragas a minha realidade, apoderas-te do meu mundo e fazes dele um daqueles desenhos animados parvos com bonecos feitos á mão e onde se vêm os fiozinhos a segurar os bonecos. é desconcertante a maneira como por vezes consegues fazer com que a distância seja tão pequena que mal a noto mas como noutras consegues exacerba-la de tal forma  que escassos quilómetros me parecem continentes afinal.
ardo nesta combustão sem propósito, investindo a tristeza húmida contra as almofadas, empurrando com raiva o lençol para o fundo da cama. Há um rancor a roer-me a pele que me estraga os planos, de toda a vez que me lembro desse limbo em que te moves, da insegurança assustadora onde te afundas tantas vezes e como consegues levar-me contigo, e de como num ápice fazes tábua rasa de tudo o que ficou para trás, ainda ontem éramos felizes.
temo que não mudes nunca, de que um dia sejas só razão de ódio, e de que, ao invés, me mudes a mim cada vez mais. Enquanto isso eu aqui, líquida desfeita, a gerir o amor e o rancor em partes iguais, expectante e pesada. Não aguento, sabes? Não saber por onde andas, mendigo e eufórico, trágico e inseguro, meu sangue, minha vida.



amo-te, tenho a certeza, mas será que isso chega? quero que o resto da minha vida comece o mais rápido possivel e quero que tu faças parte dela.

2 de fevereiro de 2011

de ana, para todos os meus pequerruchos e fofinhos seguidores (:


o primeiro selo oferecido á Noz  veio da querida mari, um grande obrigada para ela.
mas não é só vangloriar-me "ah e tal tenho um selo" nopes, veio com uma desafio muito giro, responder a duas questões. ora cá vai:
♥"o que me fez correr cinquenta mil quilómetros?", não foram bem 50 mil mas foi lá perto, aquele que eu pensava se o 'tal' levou-me a cometer tal loucura, apesar de não ter sido ele o meu principe encantado, valeu totalmente a pena e os gastos :b
♥"o que me faz", hoje a conversa é a mesma. seria capaz de repetir todas as loucuras que já cometi, se calhar até faria algumas bem piores... mas também há outra coisa que eu (agora que finalmente ganhei juízo) farei de certeza: lutar pelos meus objectivos, estejam eles aqui à porta ou do outro lado do mundo (':


e passar o selito para 15 blogues, mas eu não gosto muito de escolher mas cá vai..: 
matilde cê, sofia, maria, marla, sutra, buttafly, ladybüg, davie, cristal, molly, maçã e canela, 'mimi, dommin, aleex e kate!

prontinho, desafio cumprido! (:

26 de dezembro de 2010

changes

antes de ontem deu-me a maluqueira, fiquei assim no final:
fofinha e lindinha como ela e tudo :b

24 de dezembro de 2010

Sweet christmas



desejo um natal docinho e recheado de amor a todos os que por cá passam.


beijinhos e feliz natal,
Ana (:

22 de novembro de 2010

ipsis verbis

Nem sempre somos o que parecemos. Nem sempre falamos do que nos destrói, do que dói, daquilo que nos entristece, das angústias, dos pesadelos e dos medos. Nem sempre andamos por aí, de semblante caído, de olhos vermelhos, de cara séria e olhar angustiado, mesmo quando temos razões para tal. Nem sempre os sorrisos e as gargalhadas significam felicidade nem tão pouco tranquilidade. Nem sempre a frieza e a distância indicam que se é tal e qual assim, como nos pintam. Mas a vida é mesmo assim, cheia de contradições. Resta-nos ter cuidado nos julgamentos que se fazem e esperar que o bom senso impere em cada opinião que é formada por cada um de nós.
sofia, aqui

21 de novembro de 2010

if you knew...


se soubesses como se faz, nunca teríamos chegado a este ponto. aqui estão as instruções para ver se não estragas mais nenhum coração.

20 de novembro de 2010

19 de novembro de 2010

Hurt at first, a little bit, but now I'm over it.


As mãos tremiam-lhe e não conseguia abrir a boca; sabia exactamente a dificuldade que teria para articular as palavras correctamente, sabia como os olhos se lhe iam encher de lágrimas quando ele lhe confirmasse tudo, ela sabia. O coração batia-lhe, descompassado, com tanta intensidade que lhe causava dor, mas ela sabia por antecipação que tudo isso ia acontecer. Ela soubera não por ele mas por outros; e tudo o que sentia agora era raiva. Ela sabia, mas não porque ele se preocupara em dizer-lhe, e se dependesse dele, nem saberia. Depois de tanto tempo, mesmo que a raiva estivesse a remoê-la por dentro, ela precisava de fazê-lo, falar-lhe, vê-lo outra vez. Seria inevitável, mais tarde ou mais cedo teria de ser e se há coisa que ela não consegue, é ficar calada. Tinha que ser. Nunca iria conseguir conter-se, as meias palavras não fazem parte do seus vocabulário, ás vezes é vaga demais, ás vezes deixa-se controlar demasiado pelas emoções; respirou fundo – porque a voz dele sempre conseguiu tirá-la do sério - “estou?” de repente ficou com um nó na garganta. Ele não se perdia nas palavras enquanto falava, não tremia, as palavras não brilhavam enquanto tentava parecer culto ao contar as coisas, ele não estava concentrado nela, nem sequer estava nervoso, muito menos aparentava dor. Ela era-lhe indiferente.

Não aguentou por muito tempo, pois claro. Não lhe era impingido que permanecesse com o telemóvel ligado, não era sequer como uma conversa cara a cara, ela podia simplesmente desligar-lhe e ponto. Desligou. As lágrimas começaram a jorrar-lhe pelas faces, já não era raiva que sentia; a dor de sentir que já nada existia sobrepunha-se a qualquer coisa. Então lembrou-se. Lembrou-se de todo o caminho que percorreram, em tão pouco tempo. Lembrou-se do quanto ele era fraco e de como ela aguentou tudo sozinha. Lembrou-se de o ver ir-se embora inúmeras vezes e logo depois voltar outras tantas, sempre com as mesmas palavras doces e intensas que lhe davam sempre a volta. Lembrou-se de estar sempre do lado dele, disposta a correr riscos e transpor qualquer obstáculo para poder estar com ele. Lembrou-se de como se preocupava com ele, enquanto ele se preocupava apenas consigo próprio. Lembrou-se de o ver chegar inúmeras vezes só para poder voltar a partir. Lembrou-se de que sempre estivera ali, á espera, enquanto ele oscilava, indo e vindo. E no fim, lembrou-se que ela foi superior, sempre lá, a cumprir as promessas e a ser sempre sincera, coisas que não estavam na natureza dele. E, então, deu-se conta de que quem desiste sem conhecer o fim não merece guardar as memórias do caminho.



tenho uma condição si ne qua non, ou explicas tudo correctamente ou nem vale a pena tentares dizer mais nada.


19 de outubro de 2010

só resta uma velha canção*

it is not as easy as it used to be, you see? back then, you would just say "hello" and the smille drawed on my face, just like that, so damn simple, to be true, just the thought of having you would make me the happiest girl in the intire world, but now? well honey, now it is just not that simple... i mean, for me to smille... it just hurts a lot, that's all.

17 de outubro de 2010

lacrimosa


it should make a diference when someone loves you,
shouldn't it?

15 de outubro de 2010

you shoud never forget anyone you loved*

" he's not coming back Hatchi, you don't have to wait anymore..."




recomendo vivamente! eu que não sou moça de chorar a ver filmes, com este foi do principio ao fim :')