23 de agosto de 2012
não posso dizer que alguma vez te tenha esquecido. não posso de maneira alguma afirmar que esses olhos estranhamente profundos, estranhamente doces; me tenham saído da cabeça por um segundo que fosse durante todo este tempo, pois estaria a mentir..
nem os teus beijos, esses não poderei mesmo nega-los pois eles estão cravados no meu ventre, no meu pescoço, nos meus lábios também.. é impossível, que alguma vez eu te esqueça; esqueça o que nós tivemos. e tu também não te esqueces, eu sei que não.
31 de março de 2012
8 de outubro de 2011
15 de setembro de 2011
Bem-me-quer, mal-me-quer,
Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
18 de agosto de 2011
e pronto(s)
teste vindo daqui.
15 de agosto de 2011
to ireland, with love*
28 de fevereiro de 2011
they say everything is about timing, love too♥
![]() |
| madness - foto by me |
"I love that you get cold when it is 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle in your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible. "
ardo nesta combustão sem propósito, investindo a tristeza húmida contra as almofadas, empurrando com raiva o lençol para o fundo da cama. Há um rancor a roer-me a pele que me estraga os planos, de toda a vez que me lembro desse limbo em que te moves, da insegurança assustadora onde te afundas tantas vezes e como consegues levar-me contigo, e de como num ápice fazes tábua rasa de tudo o que ficou para trás, ainda ontem éramos felizes.
temo que não mudes nunca, de que um dia sejas só razão de ódio, e de que, ao invés, me mudes a mim cada vez mais. Enquanto isso eu aqui, líquida desfeita, a gerir o amor e o rancor em partes iguais, expectante e pesada. Não aguento, sabes? Não saber por onde andas, mendigo e eufórico, trágico e inseguro, meu sangue, minha vida.
amo-te, tenho a certeza, mas será que isso chega? quero que o resto da minha vida comece o mais rápido possivel e quero que tu faças parte dela.
2 de fevereiro de 2011
de ana, para todos os meus pequerruchos e fofinhos seguidores (:

o primeiro selo oferecido á Noz veio da querida mari, um grande obrigada para ela.
mas não é só vangloriar-me "ah e tal tenho um selo" nopes, veio com uma desafio muito giro, responder a duas questões. ora cá vai:
♥"o que me fez correr cinquenta mil quilómetros?", não foram bem 50 mil mas foi lá perto, aquele que eu pensava se o 'tal' levou-me a cometer tal loucura, apesar de não ter sido ele o meu principe encantado, valeu totalmente a pena e os gastos :b
♥"o que me faz", hoje a conversa é a mesma. seria capaz de repetir todas as loucuras que já cometi, se calhar até faria algumas bem piores... mas também há outra coisa que eu (agora que finalmente ganhei juízo) farei de certeza: lutar pelos meus objectivos, estejam eles aqui à porta ou do outro lado do mundo (':
e passar o selito para 15 blogues, mas eu não gosto muito de escolher mas cá vai..:
matilde cê, sofia, maria, marla, sutra, buttafly, ladybüg, davie, cristal, molly, maçã e canela, 'mimi, dommin, aleex e kate!
prontinho, desafio cumprido! (:
15 de janeiro de 2011
GIRL POWER,
26 de dezembro de 2010
changes
24 de dezembro de 2010
Sweet christmas
22 de novembro de 2010
ipsis verbis
21 de novembro de 2010
if you knew...
20 de novembro de 2010
19 de novembro de 2010
Hurt at first, a little bit, but now I'm over it.
As mãos tremiam-lhe e não conseguia abrir a boca; sabia exactamente a dificuldade que teria para articular as palavras correctamente, sabia como os olhos se lhe iam encher de lágrimas quando ele lhe confirmasse tudo, ela sabia. O coração batia-lhe, descompassado, com tanta intensidade que lhe causava dor, mas ela sabia por antecipação que tudo isso ia acontecer. Ela soubera não por ele mas por outros; e tudo o que sentia agora era raiva. Ela sabia, mas não porque ele se preocupara em dizer-lhe, e se dependesse dele, nem saberia. Depois de tanto tempo, mesmo que a raiva estivesse a remoê-la por dentro, ela precisava de fazê-lo, falar-lhe, vê-lo outra vez. Seria inevitável, mais tarde ou mais cedo teria de ser e se há coisa que ela não consegue, é ficar calada. Tinha que ser. Nunca iria conseguir conter-se, as meias palavras não fazem parte do seus vocabulário, ás vezes é vaga demais, ás vezes deixa-se controlar demasiado pelas emoções; respirou fundo – porque a voz dele sempre conseguiu tirá-la do sério - “estou?” de repente ficou com um nó na garganta. Ele não se perdia nas palavras enquanto falava, não tremia, as palavras não brilhavam enquanto tentava parecer culto ao contar as coisas, ele não estava concentrado nela, nem sequer estava nervoso, muito menos aparentava dor. Ela era-lhe indiferente.
Não aguentou por muito tempo, pois claro. Não lhe era impingido que permanecesse com o telemóvel ligado, não era sequer como uma conversa cara a cara, ela podia simplesmente desligar-lhe e ponto. Desligou. As lágrimas começaram a jorrar-lhe pelas faces, já não era raiva que sentia; a dor de sentir que já nada existia sobrepunha-se a qualquer coisa. Então lembrou-se. Lembrou-se de todo o caminho que percorreram, em tão pouco tempo. Lembrou-se do quanto ele era fraco e de como ela aguentou tudo sozinha. Lembrou-se de o ver ir-se embora inúmeras vezes e logo depois voltar outras tantas, sempre com as mesmas palavras doces e intensas que lhe davam sempre a volta. Lembrou-se de estar sempre do lado dele, disposta a correr riscos e transpor qualquer obstáculo para poder estar com ele. Lembrou-se de como se preocupava com ele, enquanto ele se preocupava apenas consigo próprio. Lembrou-se de o ver chegar inúmeras vezes só para poder voltar a partir. Lembrou-se de que sempre estivera ali, á espera, enquanto ele oscilava, indo e vindo. E no fim, lembrou-se que ela foi superior, sempre lá, a cumprir as promessas e a ser sempre sincera, coisas que não estavam na natureza dele. E, então, deu-se conta de que quem desiste sem conhecer o fim não merece guardar as memórias do caminho.
tenho uma condição si ne qua non, ou explicas tudo correctamente ou nem vale a pena tentares dizer mais nada.
8 de novembro de 2010
4 de novembro de 2010
19 de outubro de 2010
só resta uma velha canção*
17 de outubro de 2010
15 de outubro de 2010
you shoud never forget anyone you loved*








