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23 de agosto de 2012



não posso dizer que alguma vez te tenha esquecido. não posso de maneira alguma afirmar que esses olhos estranhamente profundos, estranhamente doces; me tenham saído da cabeça por um segundo que fosse durante todo este tempo, pois estaria a mentir..

nem os teus beijos, esses não poderei mesmo nega-los pois eles estão cravados no meu ventre, no meu pescoço, nos meus lábios também.. é impossível, que alguma vez eu te esqueça; esqueça o que nós tivemos. e tu também não te esqueces, eu sei que não.

15 de setembro de 2011

Bem-me-quer, mal-me-quer,

"Okay, we're gonna be okay. You and I, we're a team, right? We're tough. We have that in common. I am very glad you're here. I didn't think your first day would be quite like this, but I'm gonna get it together, and we're gonna figure this out."
Meredith Grey


Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
Sedo assim, também quando escrevo tenho um sem número de personas a tentar tomar conta das minhas mãos; desde a mais genuína, aquela que penso ser a original, até àquela criada apenas por 5 minutos, são elas que vos escrevem, são elas que vocês lêem nestas páginas rasgadas da minha alma. Perguntem-me vocês qual esta escrever-vos agora que não vos saberei responder. Perdi-me algures em mim. Esta imagem que concebi do meu Eu tornou-se tão presente e tão entranhada que já mal me conheço. Turvam-me as minhas entidades, fazem-me perder os sentidos, fazem-me esquecer quem sou, por onde vou e de onde vim. Já não sei mais quem fala quando falo comigo, perdi-me nesta mesmice chata de ser quem sou. Criei outros “eu's” para que pudesse tornar-me mais única mas perdi-me ainda mais por ver que já não me conhecia. Quanto mais me conheço mais me estranho. Mais me diluo nestas personagens que também sou eu mas que não conheço. E quanto mais me sei, mais descortino realidades por conhecer; e mais preciso de criar outras caricaturas de mim para destapar as que já ficaram pelo caminho. Já não sei o que é ser genuína de tão genuína que sou. Perdi-me algures pelas mãos de mim, fui devorada pelo meu génio efémero.
Será que vivo numa mentira? Fora a mentira uma representação pura da veracidade que eu seria também uma impostura. Estranha-me a minha paridade nas inconstantes efígies do meu ser. Já não me sei de tanto me saber.

14 de setembro de 2011

és o meu sonho por realizar.


Em cada sorriso perdido, lembro-me de ti. Em cada gesto lançado ao vento sinto a tua falta. Perco-me pelos olhos da tua alma, correntes de desejo que exalas em cada suspiro pausado, que espalhas na minha pele como se de perfume se tratasse.
Faz-me falta esse pedaço de ti, esse que costumava sentir aqui no lado esquerdo do peito mas que já lá não está; não sei que ventos te levaram. Já não conheço os teus olhos, já não lhes conto as cores como se fossem os meus; não lhes sei os reflexos como se dos meus se tratassem.
Perdi-me algures entre as tuas palavras e o cheiro da tua camisola. Já não sei de mim; melhor dizendo, já não sei daquela que eu era quando tu fazias parte de mim; perdeu-se nas tuas mãos grandes. Essas mãos que agora se entrelaçam nas mãos de outra alma como se entrelaçaram nas minhas um dia.
Nesse dia em que tu foste meu e eu me disse tua; eu gritei ao Mundo inteiro, aos quatro ventos o meu amor por ti, sabias? Agora grita a outra alma; aquela nas mãos da qual as tuas se entrelaçam como já o fizeste nas minhas; e o grito dela ecoa nos meus tímpanos, estilhaça a minha alma, parte-a em pedacinhos pequenos. Os quatro ventos, que te levaram, levam-me a mim também, para lugares que não conheço, para sítios que nem imagino; para colos que me são estranhos; espalham-me por aí e vou procurando, por ti ou por outro sonho como tu.
Estranho-te hoje, como nunca te estranhei. Perco-me pelas tuas palavras como nunca me perdi antes. Pelo contrário, já não me perco nos teus sonhos como costumava perder-me, nem nas tuas mãos, nem na tua barriga…
Fazes-me falta todos os dias. Faz-me falta esse que já foi um pedaço de mim. Já te quis recuperar mas agora que sei que nunca foste verdadeiramente meu, já só sinto a falta desse bocado de Amor, meu sonho.

16 de janeiro de 2011

pleeeeeeeeease

não haverá por aí alguem disposto a estudar por mim? é só matemática...sim? (a)

27 de dezembro de 2010

quando não há mais nada para fazer eis que,

vi no blogue da Mimi e achei piada (:

(as minhas respostas estão a laranja)
Sinto falta de alguém agora.

Amo dormir.
Já vi um filme porno.
Acredito que a honestidade é a melhor política.
Mudei muito mentalmente desde o ano passado.
Sou muito inteligente. (mas não me preocupo em mostra-lo ao restante mundo) 
Nunca parti um osso do corpo.
Tenho um segredo que tenho vergonha de revelar.
Amo a chuva. (farto-me facilmente)
Sou paranóica.
Preciso de dinheiro agora.
Queria ter um irmão.
Menti a um bom amigo nos últimos seis meses.
Normalmente sou pessimista.
Tenho oscilações de humor.
Acho que a prostituição deve ser legalizada.
Sou bipolar.
Tenho um talento escondido. (Se tenho está tão escondido que ainda não dei por isso...)
Gosto de falar ao telefone.
Praticamente vivo de camisas e calças de ganga.
Tenho um telemóvel.
Actualmente tenho um fraquinho por alguém. (um dos grandes)
Não tenho nenhuma ideia do que quero fazer o resto da minha vida.
Não quero ter filhos no futuro.
Sou muito tímida perto do sexo oposto.
Amo os meus melhores amigos.
Vejo canal Panda e gosto.
Tive uma queda por alguém que nunca conheci. (oh Ricardo{Quaresma} porquê? Podíamos ter sido tão felizes juntos…)
Beijei alguém que sabia que não devia.
Não toco um instrumento musical.
Caio mais rapidamente em “desejo” do que “amor”.
Sou uma pessoa totalmente diferente em torno de pessoas diferentes.
Não importa onde estou ou com quem estou, pareço sempre uma solitária.
O meu coração reside abaixo dos meus pés.
Uma vez roubei um chocolate no supermercado.
Não tenho a capacidade de tomar decisões sem mudar a minha forma de pensar.
Sou mais analítica sobre as pessoas que conheço.
Acredito na perda de tempo. (E até já me chamaram isso...)
O meu feriado favorito não é o Natal.
Não sei o que faria sem os meus amigos.
Estou com fome.
Menti sobre um dos itens desta lista.
Tenho um problema em expressar as coisas.
Sou a pessoa mais necessitada que conheço à face do planeta.
Só vejo televisão quando está alguém no computador.
Sou um pouco louca. (um pouco? Pois claro…)
Gosto do cheiro de Tic-Tac’s laranja.
Apaixono-me com muita facilidade.
Adoro cheirar cola. (E verniz, e gasolina, e acetona, e diluente, e tinta...)
Sou muito egoísta.
Sou tão emo, às vezes.
Acho que a raça humana está mal e deve ser demolida.
Já copiei num teste.
Estou farta de drama.
Preciso de um emprego digno.
Já fingi que estava a estudar.
Não sou burra, sou um depósito de informações inúteis.
Já fiz um teste sem estudar. (quase todos para ser sincera, e o mais estranho é que me safo melhor sem estudar…)
Já me quis matar.
Já tive vontade de mandar todos p’ra puta que os pariu. (E mandei!)
Amo ficar apaixonada, mesmo que não seja correspondida. É uma sensação tão boa.
Tenho nojo de baratas.
Já pensei em fugir de casa. (E já fugi...)
Os meus conselhos são os piores possíveis.
Já fingi estar doente para não ir às aulas.
Tenho medo de ficar sozinha no escuro.

26 de dezembro de 2010

changes

antes de ontem deu-me a maluqueira, fiquei assim no final:
fofinha e lindinha como ela e tudo :b

17 de novembro de 2010

finnito



i want this to be over, in the end it somehow it always comes back to you*

14 de novembro de 2010

A,

just because you said sorry
doesn't mean it never hapened,

10 de novembro de 2010

this is what it is, and nothing more than it is

em média cada pessoa diz 4 mentiras por dia.
1460 por ano.
aos 6 anos já somamos um total de 88 000.

a mentira mais comum é "eu estou bem"

6 de novembro de 2010

obrigada meus amigos (':

tantos visitantes em tão pouco tempo! :')
(5 dias)

19 de outubro de 2010

só resta uma velha canção*

it is not as easy as it used to be, you see? back then, you would just say "hello" and the smille drawed on my face, just like that, so damn simple, to be true, just the thought of having you would make me the happiest girl in the intire world, but now? well honey, now it is just not that simple... i mean, for me to smille... it just hurts a lot, that's all.

4 de outubro de 2010

the stupid little thing i call life*

já se sentiram a morrer por dentro? e ao dizer morrer quero mesmo dizer morrer no sentido literal, como se não houvesse mais vida dentro do vosso corpo. como se tudo o que alguma vez sentiram, seja bom ou mau, já não existisse; não passam de corpos ambulantes por ai, a tentar manter uma vida mais ou menos normal, mais ou menos decente, mais ou menos despercebida...? pois bem, é assim que me sinto.


*fechada para balanços* ate breve ( i hope so..)

30 de setembro de 2010

a verdade dos factos

3#


Os homens são como o estacionamento. O melhor está sempre ocupado e o que sobra é pequeno.

22 de setembro de 2010

quero-te perto*

a verdade dos factos

2#
para uma mulher, "apetecia-me um gelado" significa simplesmente "apetecia-me um gelado"

para um homem, "apetecia-me um gelado" significa "vou comer um gelado"





(depois queixem-se dos mal entendidos e venham chorar no meu ombro que eu digo-vos comé quié!)

21 de setembro de 2010

truth is...i don't think i realy ever loved you...

"Ninguém ama a outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumadores teriam uma fila de pretendentes a bater-lhes à porta. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo... Costuma ser despertado mais pelas flechas do Cupido do que por uma ficha limpa. Amas aquela pessoa porque escreves-te dúzias de cartas e ela não respondeu, deste-lhe flores que ela deixou murchar. Gostas de Rock e ela de Reggae, gostas de praia e ela tem alergia ao sol, abominas o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio combinam.

Então? Então que ela tem um sorriso que te deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante que LSD, adoras discutir com ela e ela adora implicar contigo. Isso tem nome. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, se veste bem e é...fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro nos dá ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível."

texto de Arnaldo Jabor