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25 de janeiro de 2012

if somehow*

"se um dia tiveres que escolher entre o mundo e o Amor... Lembra-te. Se escolheres o mundo ficarás sem o Amor, mas se escolheres o Amor com ele conquistarás o mundo."
Albert Einstein

16 de janeiro de 2012

lets make it last*



 Imagino os teus olhos, a tua boca, a tua pele. Talvez não percebas, mas quando estamos perto um do outro, mesmo sem nos tocarmos, muitas coisas acontecem dentro de mim.
Queria te sentir bem juntinho a mim, a tua pele colada à minha, o teu beijo no meu corpo, queria sentir mais perto esse teu cheiro que me enlouquece; não sabes, mas o meu corpo estremece ao ver-te.
Imagino as tuas mãos a acariciar-me, a tentar encontrar tudo o que não está a vista. Imagino a tua boca na minha, os meus olhos nos teus, e de repente, quando tudo se encaixa e estamos num mar incrível de sensações esquecemos do mundo.
Admiro-te de longe ou na distancia infinita que me parecem os poucos centímetros que nos separam; o teu corpo maravilhoso, imagino tudo o que poderia ser feito se assim me permitisses, tocar cada parte de ti. Beijar-te, sentir o teu abraço e ouvir o bater do teu coração.
Não sei aclarar isto que estou a sentir, talvez por não ter alguma vez experimentado coisa tal. Mas amo-te, é o que dizem. Seja o que for que lhe chamemos, podes crer que darei a minha vida por ti caso seja preciso, porque sem ti não há vida digna de ser vivida.

14 de setembro de 2011

és o meu sonho por realizar.


Em cada sorriso perdido, lembro-me de ti. Em cada gesto lançado ao vento sinto a tua falta. Perco-me pelos olhos da tua alma, correntes de desejo que exalas em cada suspiro pausado, que espalhas na minha pele como se de perfume se tratasse.
Faz-me falta esse pedaço de ti, esse que costumava sentir aqui no lado esquerdo do peito mas que já lá não está; não sei que ventos te levaram. Já não conheço os teus olhos, já não lhes conto as cores como se fossem os meus; não lhes sei os reflexos como se dos meus se tratassem.
Perdi-me algures entre as tuas palavras e o cheiro da tua camisola. Já não sei de mim; melhor dizendo, já não sei daquela que eu era quando tu fazias parte de mim; perdeu-se nas tuas mãos grandes. Essas mãos que agora se entrelaçam nas mãos de outra alma como se entrelaçaram nas minhas um dia.
Nesse dia em que tu foste meu e eu me disse tua; eu gritei ao Mundo inteiro, aos quatro ventos o meu amor por ti, sabias? Agora grita a outra alma; aquela nas mãos da qual as tuas se entrelaçam como já o fizeste nas minhas; e o grito dela ecoa nos meus tímpanos, estilhaça a minha alma, parte-a em pedacinhos pequenos. Os quatro ventos, que te levaram, levam-me a mim também, para lugares que não conheço, para sítios que nem imagino; para colos que me são estranhos; espalham-me por aí e vou procurando, por ti ou por outro sonho como tu.
Estranho-te hoje, como nunca te estranhei. Perco-me pelas tuas palavras como nunca me perdi antes. Pelo contrário, já não me perco nos teus sonhos como costumava perder-me, nem nas tuas mãos, nem na tua barriga…
Fazes-me falta todos os dias. Faz-me falta esse que já foi um pedaço de mim. Já te quis recuperar mas agora que sei que nunca foste verdadeiramente meu, já só sinto a falta desse bocado de Amor, meu sonho.

20 de julho de 2011

um dia vamos juntas dançar, a sentir a relva fazer-nos cócegas nos pés e os chafarizes ensopar-nos de felicidade,




engraçado como às vezes as pessoas que estão mais longe de nós são aquelas que sentimos mais perto :')

por causa deste bloguesinho querido conheci uma pessoa que realmente me fez ver que por vezes não é tão mau quanto parece, que se calhar não há só aquele caminho mau, que há mais possibilidades e que por muito que tudo pareça virado do avesso acabamos sempre por ser felizes, de uma maneira ou de outra.
sabes Catarina, podemos não falar tão frequentemente quanto queríamos, é verdade que não podemos estar juntas e sentir o calor real de um beijo ou a paz de um abraço, mas o que importa é que apesar de tudo conseguimos manter esse calor, essa amizade.

gosto muito de ti minha princesinha linda, um dia deste hei-de ir visitar-te.


ah claro, parabéns piquena, :')

18 de julho de 2011

músicas para sonhar*

"tu pra mim és bem melhor que chocolate e rebuçado, já não vivo mais sem ti e quero ter-te sempre ao meu lado"
Batatoon, Acho que é amor



porque foi a primeira musica que me fez chorar....ai os belos dos namoros de criança :')

7 de julho de 2011

It has always been about me, myself and I

"If all relationships were nothing but a waste of time, I never wanted to be anybody's other half, I was happy to say that our love wouldn't last...That was the only way I knew 'till I met you...you make we wanna say I do, I do I do, do do do do doooo"



 

Preciso de ter-te perto, aconteça o que acontecer, preciso de sentir-te. Preciso  tanto…

15 de junho de 2011

costumavas fazer-me feliz♥,

"sabes que te amo muito não sabes? olha para esse sorriso: é fantástico! não é coisa que se encontre todos os dias...gajas giras? há por aí aos pontapés! mulheres como tu? há uma e é minha."
N.A.


Costumavas fazer-me muito feliz. Acabamos já nem me lembro porque, acho que fiz algo errado ou talvez tenhas sido tu, tu disseste sempre que o problema era teu, não meu, provavelmente tens razão… mas isso não importa agora, quero falar-te do que me fizeste de bom, não da parte má.
Não sei bem o que foi que me pôs tão loucamente apaixonada por ti. Não me parece que tenha sido a forma como me beijavas nem tão pouco o sexo. Não que fosses mau em qualquer uma destas coisas, é só que não foi por causa delas que me apaixonei por ti. É só que quando vens ter comigo e eu solto aquele sorriso aberto que tu tanto gostas, teimas em pentear o cabelo, vezes e vezes sem conta, como se os teus dedos fossem capazes de fazer os teus caracóis desaparecer. “não faças isso mor, os teus caracóis são lindos.” Eu dizia-te de todas as vezes mas outras tantas tu pensavas que eu fazia troça deles, dos teus caracóis. Mas não, também não tem a ver com o teu cabelo nem com o teu sorriso.
Tu és qualquer coisa de fantasticamente único; és tremendamente diferente de todos os outros, de qualquer outro homem e qualquer outro amor. E esse fascínio que via nos teus olhos, só isso. A forma como me olhavas, estivesse de vestido curto ou t-shirt e calças de ganga como se fosse igual ao litro, tu olhavas-me sempre com esse ar espantado de quem se apaixona pela primeira vez. E o deslumbramento com que me olhavas quando passeava nua pela tua casa, a perguntar onde punhas as bolachas e quem tinha trazido os imans de Paris que pendiam na porta do frigorifico e eu deixei cair quando fui buscar o teu B-groselha. E tu, sempre com esse ar de quem não sabe muito bem como é que aquela miúda que passeia nua pela tua casa e remexe tudo como uma criança, é capaz de te deslumbrar de cada vez que te olha nos olhos. Com esse teu ar embaraçado que me deixa sem jeito, por mostrar esse teu fascínio genuíno. Esse amor que era autêntico, de todas as vezes como se da primeira vez.
Agora já não sei bem o que somos. Amigos talvez, ou pessoas que se conhecem á muito tempo e se amam demais para conseguir seguir em frente. No outro dia não resisti a ligar-te, só para ouvir a tua voz. Sabes, nunca ninguém me chama Tixa, odeio esse nome.



obrigada por tudo coração, sabes bem que nunca me vou esquecer de ti♥

 

22 de maio de 2011

'cause you're all that really matters*

Amar é saber descrever exactamente o franzir do teu nariz quando sorris. Amar é saber ao pormenor a maneira com não gostas de pessoas que sejam más nem de pessoas que finjam que não são más. É poder sentir o teu perfume mesmo não te tendo por perto, mesmo não estando consciente sequer. É amar-te apenas por existires.
Amar é conhecer cada palmo do teu lindo corpo. Saber que encontrarei chocolate na tua boca, sentirei o prazer doce e tórrido depois de um beijo teu. Saber que na tua barriga moram segredos ainda por desvendar, que procuro entre beijos cheios e suspiros de amor.
Amar é sentir borboletas no estômago, as pernas tremerem com a ansiedade de ter-te por perto e de nunca ser suficiente, o tempo, para poder desfrutar-te ao máximo. Amar é dar o Amor por garantido e mesmo assim fazer de tudo para não o perder.
O Amor, esse que eu sinto latejar no lado esquerdo do meu peito, não me pertence, eu é que lhe pertenço. Acredito piamente que faço dele o que quero, e sei que nunca o poderei possuir. Vivo este paradoxo, esta maravilhosa contradição que dá vida ao meu corpo e ar aos meus pulmões.
Amar é deixar-te brincar com o meu corpo, fazeres-me querer ser dona do Universo e do teu corpo meu Amor. Deixar que me moldes à tua figura e não me importar que modifiques tudo o que tenho pois tudo o que tenho és tu.
Tenho medo de perder-te, a ti Amor. Tenho medo que este “amar” não seja suficiente, e se te cansas e partes… o que acontece depois? Depois não volto a encontrar-te…
Perder o primeiro Amor, vejam bem, é como deixar um gelado cair ao chão, não importa qual seja a nossa idade, nunca conseguiremos suster o desapontamento de não o ter conseguido agarrar.

22 de março de 2011

inês,

para a inês, com muito amor.
porque somos tão parecidas que ás vezes me esqueço que somos pessoas diferentes.

és linda bonequinha, nunca te esqueças e eu estou SEMPRE aqui.




p.s: só tu para me fazeres chorar :')
 adoro-te cachopa♥

16 de março de 2011

this crazy little thing i call love*

sabem, já houve um tempo em que deixei de acreditar em principes e princesas.
como também houve uma altura em que acreditava, houve um tempo, há muito muito tempo atrás, que foi tempo de acreditar, de sonhar que um dia, muito tempo depois, teria um principe, um homem robusto de cabelo ao vento montado no seu corcel que me levaria para o seu castelo. houve um tempo, faz muito muito tempo, em que eu acreditei que ele viria. depois perdi esse tempo e perdi os sonhos com ele. mas agora voltei a acreditar; não sei porquê, acho que já devia ter ganhado juizo, já devia ter aprendido que nada é completamente o que parece e tudo tem um tempo e  meu tempo de sonhar alto já passou. mas eu sonho, continuo a sonhar, porque para mim não existe tal coisa como o tempo e sonhar é tudo o que me importa.

28 de fevereiro de 2011

they say everything is about timing, love too♥

madness - foto by me


"I love that you get cold when it is 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle in your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible. "
in when harry meet sally

preciso de saber de ti, mais do que preciso de mim. Dói-me não saber por onde andas, o que te move, a quem te dás e por onde te deixas. Imagino que por vezes andes desnorteado, por entre a tristeza e a esperança, por entre o desgosto e a euforia, mas nem disso tenho a certeza: suponho-te, quase tanto quanto te amo. Também há dias em que te duvido. Dói-me o corpo e estranho-te nesses dias; és uma transfusão do tipo errado de sangue, ou do tipo de sangue certo mas a circular ao avesso: entras-me pelo coração e corróis-me os órgãos vitais, corrompes-me o pensamento, tens tu o poder de me deixar o cérebro em estado vegetal. contigo vou rapidamente ao fundo, desço a pique. Há um travo hilariante na desmesura com que estamos não estando. conferes uma dimensão quase teatral à minha vida, estragas a minha realidade, apoderas-te do meu mundo e fazes dele um daqueles desenhos animados parvos com bonecos feitos á mão e onde se vêm os fiozinhos a segurar os bonecos. é desconcertante a maneira como por vezes consegues fazer com que a distância seja tão pequena que mal a noto mas como noutras consegues exacerba-la de tal forma  que escassos quilómetros me parecem continentes afinal.
ardo nesta combustão sem propósito, investindo a tristeza húmida contra as almofadas, empurrando com raiva o lençol para o fundo da cama. Há um rancor a roer-me a pele que me estraga os planos, de toda a vez que me lembro desse limbo em que te moves, da insegurança assustadora onde te afundas tantas vezes e como consegues levar-me contigo, e de como num ápice fazes tábua rasa de tudo o que ficou para trás, ainda ontem éramos felizes.
temo que não mudes nunca, de que um dia sejas só razão de ódio, e de que, ao invés, me mudes a mim cada vez mais. Enquanto isso eu aqui, líquida desfeita, a gerir o amor e o rancor em partes iguais, expectante e pesada. Não aguento, sabes? Não saber por onde andas, mendigo e eufórico, trágico e inseguro, meu sangue, minha vida.



amo-te, tenho a certeza, mas será que isso chega? quero que o resto da minha vida comece o mais rápido possivel e quero que tu faças parte dela.

26 de fevereiro de 2011

sempre*

everything seems so pointless, but when i'm with you it's so diferent. i don't know why.

21 de fevereiro de 2011

é isto que me faz feliz, é isto que eu sou*

[DSC09099.JPG]
Um ano depois o espírito continua imutável. Um ano depois as lágrimas continuam a correr quando me lembro das orações na Trindade e na Sé, dos cânticos que cantamos todos juntos, das fotos e das partilhas. Acima de tudo sinto a falta dos vossos sorrisos; dos sorrisos de pessoas que eu não conhecia de lado nenhum mas que em apenas 4 dias se tornaram amigos para a vida, irmãos de espírito. Taizé é isso: uma grande, vasta e unida família; cheia de gente diferente, com vidas diferentes, mas com um sentimento comum e com muito amor para dar. É um estado de espírito, é um refúgio, é muito mais do que alguma vez se possa definir por palavras: Taizé não se define, Taizé sente-se. E para todos os que precisam de se encontrar, de encontrar a Deus, ou de espairecer, Taizé é o necessário. Todos são bem-vindos a esta família, todos são convidados a juntar-se a nós e a cantar e beber uma tigela de chá. Porque, meus amores, não devemos só olhar para os “grandes prémios” ou os pontos mais altos da vida, o mais importante são os pormenores, aquelas coisinhas que normalmente deixamos escapar porque está algo maior á frente; é nelas que está a felicidade. Nos sorrisos, nos abraços apertados, na oração, no coração de pessoas que apesar de diferentes são iguais a nós; é isto Taizé, meus irmãos. Um muito obrigada por existirem :’)

20 de fevereiro de 2011

"esta sede de te encontrar em mim,
de correr para ti de estar junto de ti.
(...)mas existe um ponto a brilhar pra mim.
(...)a estrela polar que fixa os meus paços,
a única razão és tu,
a estrela polar tu.
a minha vida existe porque existes tu."
pequerrucho,
clarinha,
carols,
catarina querida,
cat tulipinha,
kate,
caty linda, minha gaija dos gorros,
dani,
fabri,
guidinha,
ico,
mani,
tio zé,
mãe,
pai,
lena tininha*,
caracóis doirados, 
mél,
pê,
priminho,
ti'peio,
sah,
tia penca,
vica, 
xuxu,

os mais importantes* (por ordem alfabética de nomes originais)

(creio que não me esqueci de ninguém. caso isso tenha aconteceido comuniquem, mea culpa.)

28 de janeiro de 2011

sometimes we have to stop in order to continue later



estava frio, muito frio. os dentes tiritavam enquanto esfregava as mãos uma na outra. ele é alto, perto do metro e oitenta, diria. o cabelo comprido espreita por debaixo do gorro azul. sorri; sorri porque não há nada que possa estragar aqueles dias de paraíso, nem o frio. os olhos doces dele vageavam por aqui e por além, procuravam-na, de vez em quando; quando parecia que ninguém estava a ver  os olhos dele deliciavam-se nas feições redondas da cara dela, no corpo pequeno e no seu sorriso largo. 
ela tentava parecer indiferente. mas os olhos verdes, incansáveis, procuravam os olhos cor-de-avelã dele, procuravam a boca fina dele, procuravam o corpo esguio que ele tem. os cabelos lisos escorriam-lhe pelos ombros, torrentes de desejo na mente dele. faziam-no lembrar de pequenas fontes de água doce, cheirosa, que o transportam para outras dimensões muito para além do imaginável.
queriam-se mesmo sem se quererem, mesmo sem ninguém saber, mesmo sem eles saberem. quando ele olhava ela estava sempre lá, a dirigir-lhe o seu sorriso quente como o sol no verão e a aquecer-lhe o coração. quando ela dava por si, estava embrenhada no olhar provocador dele, na aura de mistério e desejo que ele emanava.
não diria que é amor o que aqueles dois seres até então desconhecidos sentiam, era mais um misto de paixão e desejo ardente; uma mistura de compreenssão e profunda necessidade de algo que os aquecesse. 
mas os dias passaram, a cumplicidade foi aumentando nos corações deles. já não era desejo mundano que se lia nos olhos dele, nem ponta de compaixão no sorriso dela. agora o amor começava a tomar a sua parte, o seu quê de espaço em cada um deles. 
e as conversas sucediam-se, ele tentava aproximar-se ao máximo, mostrar que queria tanto quanto ela; ela tentava manter a calma porque o tempo e a experiencia já a ensinaram que nem tudo é o que parece e há homens com os quais devemos ter cuidado. mas deixava-se levar lentamente pela fluidez dele e ele pela doçura dela.
mas um desses dias, depois de tudo estar já perfeitamente encaminhado entre as duas almas cumplices, começou a nevar, o calor começou a desaparecer, a neve gelava todo e qualquer resquício da aventura e do desejo que partilharam nos dias anteriores a esse, na noite anterior a essa.
agora ele tenta não a ver, talvez por não querer ceder de novo á tentação dos olhos muito verdes e do sorriso aberto dela. enquanto que ela tenta não chorar, ao mesmo tempo que se culpa por não ter ouvido a sua razão dizer-lhe que ás vezes nem tudo é o que parece e que há homens com os quais precisamos de ter cuidado.

24 de janeiro de 2011

de volta*


Baden-Baden; Strasbourg'11
*o pompom*; Kalsruhe-Baden, Strasbourg'11

vêm baby's? eu disse que viria diferente.


p.s: eu vou postando algumas fotos ^^

14 de janeiro de 2011

gostar de ti,

é adormecer todos os dias a pensar em ti. é passar horas à espera que chegues e não me importar se chegas tarde ou não. é olhar-te como se mais nada visse, é ão existir mais nada para além de ti.
gosto da tua voz doce. do teu olhar sereno e da maneira como consegues fazer-me rir com tanta facilidade. adoro os teus lábios carnudos e a tua barba por fazer. e o teu tique, como eu gosto do teu tique... adoro a expressão que fazes quando ficas concentrado e a maneira como me olhas timidamente quando ninguém está a ver.
sabes, faz muito que não me sinto assim; esta excitação estupida que me faz gelar o raciocínio e agir de maneira parva. gosto de gostar de ti porque gostar de ti faz-me voltar a ser criança, ingenua e sonhadora. gosto de gostar de ti, lindo, porque gostar de ti é tão natural como respirar.

"his lips, his lips i could kiss them all day if he'd let me."