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19 de outubro de 2011

amar-te assim,

Apaixonas-me de cada vez que dizes que me amas. delicias-me quando me dás beijinhos nos olhos e dizes que os adoras; a estes que te amam mais a cada segundo que passa. Inebrias-me com esse teu cheiro doce, esse que sorvo em gordas lufadas de ar; quero aproveitar-te ao máximo, absorver cada partícula  do teu perfume. Não quero perder um milímetro que seja de ti.

30 de maio de 2011

28 de fevereiro de 2011

they say everything is about timing, love too♥

madness - foto by me


"I love that you get cold when it is 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle in your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible. "
in when harry meet sally

preciso de saber de ti, mais do que preciso de mim. Dói-me não saber por onde andas, o que te move, a quem te dás e por onde te deixas. Imagino que por vezes andes desnorteado, por entre a tristeza e a esperança, por entre o desgosto e a euforia, mas nem disso tenho a certeza: suponho-te, quase tanto quanto te amo. Também há dias em que te duvido. Dói-me o corpo e estranho-te nesses dias; és uma transfusão do tipo errado de sangue, ou do tipo de sangue certo mas a circular ao avesso: entras-me pelo coração e corróis-me os órgãos vitais, corrompes-me o pensamento, tens tu o poder de me deixar o cérebro em estado vegetal. contigo vou rapidamente ao fundo, desço a pique. Há um travo hilariante na desmesura com que estamos não estando. conferes uma dimensão quase teatral à minha vida, estragas a minha realidade, apoderas-te do meu mundo e fazes dele um daqueles desenhos animados parvos com bonecos feitos á mão e onde se vêm os fiozinhos a segurar os bonecos. é desconcertante a maneira como por vezes consegues fazer com que a distância seja tão pequena que mal a noto mas como noutras consegues exacerba-la de tal forma  que escassos quilómetros me parecem continentes afinal.
ardo nesta combustão sem propósito, investindo a tristeza húmida contra as almofadas, empurrando com raiva o lençol para o fundo da cama. Há um rancor a roer-me a pele que me estraga os planos, de toda a vez que me lembro desse limbo em que te moves, da insegurança assustadora onde te afundas tantas vezes e como consegues levar-me contigo, e de como num ápice fazes tábua rasa de tudo o que ficou para trás, ainda ontem éramos felizes.
temo que não mudes nunca, de que um dia sejas só razão de ódio, e de que, ao invés, me mudes a mim cada vez mais. Enquanto isso eu aqui, líquida desfeita, a gerir o amor e o rancor em partes iguais, expectante e pesada. Não aguento, sabes? Não saber por onde andas, mendigo e eufórico, trágico e inseguro, meu sangue, minha vida.



amo-te, tenho a certeza, mas será que isso chega? quero que o resto da minha vida comece o mais rápido possivel e quero que tu faças parte dela.

26 de fevereiro de 2011

sempre*

everything seems so pointless, but when i'm with you it's so diferent. i don't know why.

26 de dezembro de 2010

you're the right kind of wrong


deixaste-me com o coração apertadinho e com vontade de entrar no primeiro comboio com destino a lisboa que aparecesse e ir direitinha ter contigo, sem olhar uma vez que fosse para trás. detesto quando isto acontece. detesto a maneira com falas comigo e me fazes sonhar a cada palavra que dizes. detesto a maneira perfeita como o teu sorriso condiz com os teus olhos e como olhas fixamente para mim enquanto eu falo. detesto o facto de quereres tudo perfeito e de consiguires sempre ler os meus pensamentos. detesto-te porque estas sempre certo, mesmo quando mentes. detesto quando me fazes sorrir daquela maneira estupida e ainda me dizes que tenho o sorriso mais bonito do mundo e detesto ainda mais a facilidade com que consegues fazer-me chorar. detesto o facto de estares permanentemente a 360 km de mim e detesto ainda mais não poder fazer nada contra isso. mas acima de tudo detesto não te detestar, nem um bocadinho. detesto amar-te por não poder mostrar-te o quanto te amo.


mas eu amo-te.

15 de setembro de 2010

maybe....


"Maybe our relationship isn't as crazy as it seems,
Maybe that's what happens when a tornado meets a volcano."




podes aproximar-te só mais um bocadinho, por favor...? preciso de sentir o teu cheiro :$$

30 de maio de 2010

uma caixinha de sete palmos, duas rosas e as tuas cartas*

Ela seguia sozinha pelas ruas apinhadas de gente, com os braços pendidos num gesto de fadiga; lânguida como uma morta, ténue como uma morta, mais morta que a própria morte.

Esperou por ele, manhãs após manhãs, por tardes infinitas; mas ele não aparecera. E ela ficara ali sentada, na caixinha de madeira; e continuaria a esperar pelos séculos dos séculos, sem nunca se cansar; sem nunca dar ouvidos aos outros que por ela passavam, dizendo que ele nunca voltaria, que o Amor não se encontra porque ele nunca volta. Mas ela cansou-se de esperar; cansou-se de ouvi-los e remou contra a corrente. Alegre, cantarolando bem-me-queres e violetas, viu passar por si todos os que também o buscaram, ao Amor. Viu-os penderem os braços, num gesto de fadiga; lânguidos como mortos, ténues como mortos, mais mortos que a própria morte. Ouviu-os dizer que esse Amor, de que todos falam, não se procura porque ele é que nos encontra e quando parte, nunca volta.

Mas ela foi. Procurou, pelos séculos dos séculos, pela eternidade efémera; até que os também os seus braços começaram a pender, acusando a fadiga; a sua pele tornou-se branca, lânguida como a deles. Tornou-se não mais do que uma sombra ténue, esvaecida; ficou também ela mais morta que a própria morte.

Agora ela vagueia sozinha nas ruas apinhadas de gente, com os braços pendidos num gesto de fadiga; lânguida como uma morta, ténue como uma morta, mais morta que a própria morte. Já não procura o Amor, esse irreverente companheiro; aprendeu que ele não se procura porque quando parte, nunca volta.

28 de maio de 2010

she lies and says she's in love with him♥

no dia 10 de Julho, eu vou lá estar :')







Day 10 A song from your favourite band