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16 de março de 2011

this crazy little thing i call love*

sabem, já houve um tempo em que deixei de acreditar em principes e princesas.
como também houve uma altura em que acreditava, houve um tempo, há muito muito tempo atrás, que foi tempo de acreditar, de sonhar que um dia, muito tempo depois, teria um principe, um homem robusto de cabelo ao vento montado no seu corcel que me levaria para o seu castelo. houve um tempo, faz muito muito tempo, em que eu acreditei que ele viria. depois perdi esse tempo e perdi os sonhos com ele. mas agora voltei a acreditar; não sei porquê, acho que já devia ter ganhado juizo, já devia ter aprendido que nada é completamente o que parece e tudo tem um tempo e  meu tempo de sonhar alto já passou. mas eu sonho, continuo a sonhar, porque para mim não existe tal coisa como o tempo e sonhar é tudo o que me importa.

4 de fevereiro de 2011

28 de janeiro de 2011

sometimes we have to stop in order to continue later



estava frio, muito frio. os dentes tiritavam enquanto esfregava as mãos uma na outra. ele é alto, perto do metro e oitenta, diria. o cabelo comprido espreita por debaixo do gorro azul. sorri; sorri porque não há nada que possa estragar aqueles dias de paraíso, nem o frio. os olhos doces dele vageavam por aqui e por além, procuravam-na, de vez em quando; quando parecia que ninguém estava a ver  os olhos dele deliciavam-se nas feições redondas da cara dela, no corpo pequeno e no seu sorriso largo. 
ela tentava parecer indiferente. mas os olhos verdes, incansáveis, procuravam os olhos cor-de-avelã dele, procuravam a boca fina dele, procuravam o corpo esguio que ele tem. os cabelos lisos escorriam-lhe pelos ombros, torrentes de desejo na mente dele. faziam-no lembrar de pequenas fontes de água doce, cheirosa, que o transportam para outras dimensões muito para além do imaginável.
queriam-se mesmo sem se quererem, mesmo sem ninguém saber, mesmo sem eles saberem. quando ele olhava ela estava sempre lá, a dirigir-lhe o seu sorriso quente como o sol no verão e a aquecer-lhe o coração. quando ela dava por si, estava embrenhada no olhar provocador dele, na aura de mistério e desejo que ele emanava.
não diria que é amor o que aqueles dois seres até então desconhecidos sentiam, era mais um misto de paixão e desejo ardente; uma mistura de compreenssão e profunda necessidade de algo que os aquecesse. 
mas os dias passaram, a cumplicidade foi aumentando nos corações deles. já não era desejo mundano que se lia nos olhos dele, nem ponta de compaixão no sorriso dela. agora o amor começava a tomar a sua parte, o seu quê de espaço em cada um deles. 
e as conversas sucediam-se, ele tentava aproximar-se ao máximo, mostrar que queria tanto quanto ela; ela tentava manter a calma porque o tempo e a experiencia já a ensinaram que nem tudo é o que parece e há homens com os quais devemos ter cuidado. mas deixava-se levar lentamente pela fluidez dele e ele pela doçura dela.
mas um desses dias, depois de tudo estar já perfeitamente encaminhado entre as duas almas cumplices, começou a nevar, o calor começou a desaparecer, a neve gelava todo e qualquer resquício da aventura e do desejo que partilharam nos dias anteriores a esse, na noite anterior a essa.
agora ele tenta não a ver, talvez por não querer ceder de novo á tentação dos olhos muito verdes e do sorriso aberto dela. enquanto que ela tenta não chorar, ao mesmo tempo que se culpa por não ter ouvido a sua razão dizer-lhe que ás vezes nem tudo é o que parece e que há homens com os quais precisamos de ter cuidado.

30 de dezembro de 2010

true




nós somos crianças a vida inteira, o que muda são os preços dos brinquedos.





11 de dezembro de 2010

7 Perguntas. 7 Respostas. 7 Blogs.

7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:
-entrar em medicina,
-fazer uma viagem por toda a Europa e depois pelo mundo com a minha mana,
-escrever um livro,
-ter um santuário onde possa cuidar e dar carinho a todos os animaizinhos feridos que encontre,
-ter uma casa só minha,
-casar,
-ter éne de filhos,


7 coisas que mais digo:
- oh my god!
- naaaaaaaaaaaaaao! (epic face)
- té loooooooougo!
- oh yeah! (dança super extranha que envolve movimentos de anca e bater de “asas”)
- olha, como eu não ouvi o que tu disseste vou só sorrir e acenar (seguido de um sorriso e aceno de cabeça)
- tipo…eu não te curto bue entendes? amo-te déf.
-adelante!


7 coisas que faço bem:
-escrever,
-ler,
-inventar palavras,
-ouvir pessoas,
-fazer amigos,
-ser simpática,
-arroz de vegetais.


7 defeitos:
-resmungona,
-perguiçosa,
-teimosa,
-convencida,
-impaciente,
-vingativa,
-demasiado ingénua.


7 qualidades:
-simpática,
-educada,
-prestável,
-sociável,
-trabalhadora, quando sinto que é mesmo aquilo que quero,
-dedicada,
-perfeccionista.


7 pessoas para responder ao desafio:
A todos os que quiserem responder ao desafio, bem my guests (:
(mas deixem um comnetario a dizer que responderam ^^)

5 de maio de 2010

alguém (que me conhece bastante bem) propôs-me um desafio. ora, desafios são comigo bebé! então o suposto será, todos os dias, fazer um post que obedeça ao que está nesta lista.

a dita lista:
Day 01 - Your favorite song;
Day 02 - Your least favourite song;
Day 03 - A song that makes you happy;
Day 04 - A song that makes you sad;
Day 05 - A song that remainds you of someone;
Day 06 - A song that remainds you of somewhere;
Day 07 - A song that remainds you of a certain event;
Day 08 - A song that you can dance to;
Day 09 - A song that makes you fall asleep;
Day 10 - A song from your favourite band;
Day 11 - A song that no one would expect you to love;
Day 12 - A song that describes you;
Day 13 - A song from you're favourite album;
Day 14 - A song that you listen when you're angry;
Day 15 - A song that you listen when you're happy;
Day 16 - A song that you listen when you're sad;
Day 17 - A song that you want to play at your wedding;
Day 18 - A song that you want to play at your funeral;
Day 19 - A song that makes you laugh;
Day 20 - Your favourite song at this time last year.

(vamos lá ver o que isto vai dar..)