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23 de agosto de 2012



não posso dizer que alguma vez te tenha esquecido. não posso de maneira alguma afirmar que esses olhos estranhamente profundos, estranhamente doces; me tenham saído da cabeça por um segundo que fosse durante todo este tempo, pois estaria a mentir..

nem os teus beijos, esses não poderei mesmo nega-los pois eles estão cravados no meu ventre, no meu pescoço, nos meus lábios também.. é impossível, que alguma vez eu te esqueça; esqueça o que nós tivemos. e tu também não te esqueces, eu sei que não.

16 de janeiro de 2012

lets make it last*



 Imagino os teus olhos, a tua boca, a tua pele. Talvez não percebas, mas quando estamos perto um do outro, mesmo sem nos tocarmos, muitas coisas acontecem dentro de mim.
Queria te sentir bem juntinho a mim, a tua pele colada à minha, o teu beijo no meu corpo, queria sentir mais perto esse teu cheiro que me enlouquece; não sabes, mas o meu corpo estremece ao ver-te.
Imagino as tuas mãos a acariciar-me, a tentar encontrar tudo o que não está a vista. Imagino a tua boca na minha, os meus olhos nos teus, e de repente, quando tudo se encaixa e estamos num mar incrível de sensações esquecemos do mundo.
Admiro-te de longe ou na distancia infinita que me parecem os poucos centímetros que nos separam; o teu corpo maravilhoso, imagino tudo o que poderia ser feito se assim me permitisses, tocar cada parte de ti. Beijar-te, sentir o teu abraço e ouvir o bater do teu coração.
Não sei aclarar isto que estou a sentir, talvez por não ter alguma vez experimentado coisa tal. Mas amo-te, é o que dizem. Seja o que for que lhe chamemos, podes crer que darei a minha vida por ti caso seja preciso, porque sem ti não há vida digna de ser vivida.

19 de outubro de 2011

amar-te assim,

Apaixonas-me de cada vez que dizes que me amas. delicias-me quando me dás beijinhos nos olhos e dizes que os adoras; a estes que te amam mais a cada segundo que passa. Inebrias-me com esse teu cheiro doce, esse que sorvo em gordas lufadas de ar; quero aproveitar-te ao máximo, absorver cada partícula  do teu perfume. Não quero perder um milímetro que seja de ti.

8 de outubro de 2011

14 de setembro de 2011

és o meu sonho por realizar.


Em cada sorriso perdido, lembro-me de ti. Em cada gesto lançado ao vento sinto a tua falta. Perco-me pelos olhos da tua alma, correntes de desejo que exalas em cada suspiro pausado, que espalhas na minha pele como se de perfume se tratasse.
Faz-me falta esse pedaço de ti, esse que costumava sentir aqui no lado esquerdo do peito mas que já lá não está; não sei que ventos te levaram. Já não conheço os teus olhos, já não lhes conto as cores como se fossem os meus; não lhes sei os reflexos como se dos meus se tratassem.
Perdi-me algures entre as tuas palavras e o cheiro da tua camisola. Já não sei de mim; melhor dizendo, já não sei daquela que eu era quando tu fazias parte de mim; perdeu-se nas tuas mãos grandes. Essas mãos que agora se entrelaçam nas mãos de outra alma como se entrelaçaram nas minhas um dia.
Nesse dia em que tu foste meu e eu me disse tua; eu gritei ao Mundo inteiro, aos quatro ventos o meu amor por ti, sabias? Agora grita a outra alma; aquela nas mãos da qual as tuas se entrelaçam como já o fizeste nas minhas; e o grito dela ecoa nos meus tímpanos, estilhaça a minha alma, parte-a em pedacinhos pequenos. Os quatro ventos, que te levaram, levam-me a mim também, para lugares que não conheço, para sítios que nem imagino; para colos que me são estranhos; espalham-me por aí e vou procurando, por ti ou por outro sonho como tu.
Estranho-te hoje, como nunca te estranhei. Perco-me pelas tuas palavras como nunca me perdi antes. Pelo contrário, já não me perco nos teus sonhos como costumava perder-me, nem nas tuas mãos, nem na tua barriga…
Fazes-me falta todos os dias. Faz-me falta esse que já foi um pedaço de mim. Já te quis recuperar mas agora que sei que nunca foste verdadeiramente meu, já só sinto a falta desse bocado de Amor, meu sonho.

15 de agosto de 2011

to ireland, with love*


A* how do you say “i love you”?
P* A-mo-te
A* À-mó-té
P* me too :$


you will be missed and loved, forever I promise

15 de junho de 2011

costumavas fazer-me feliz♥,

"sabes que te amo muito não sabes? olha para esse sorriso: é fantástico! não é coisa que se encontre todos os dias...gajas giras? há por aí aos pontapés! mulheres como tu? há uma e é minha."
N.A.


Costumavas fazer-me muito feliz. Acabamos já nem me lembro porque, acho que fiz algo errado ou talvez tenhas sido tu, tu disseste sempre que o problema era teu, não meu, provavelmente tens razão… mas isso não importa agora, quero falar-te do que me fizeste de bom, não da parte má.
Não sei bem o que foi que me pôs tão loucamente apaixonada por ti. Não me parece que tenha sido a forma como me beijavas nem tão pouco o sexo. Não que fosses mau em qualquer uma destas coisas, é só que não foi por causa delas que me apaixonei por ti. É só que quando vens ter comigo e eu solto aquele sorriso aberto que tu tanto gostas, teimas em pentear o cabelo, vezes e vezes sem conta, como se os teus dedos fossem capazes de fazer os teus caracóis desaparecer. “não faças isso mor, os teus caracóis são lindos.” Eu dizia-te de todas as vezes mas outras tantas tu pensavas que eu fazia troça deles, dos teus caracóis. Mas não, também não tem a ver com o teu cabelo nem com o teu sorriso.
Tu és qualquer coisa de fantasticamente único; és tremendamente diferente de todos os outros, de qualquer outro homem e qualquer outro amor. E esse fascínio que via nos teus olhos, só isso. A forma como me olhavas, estivesse de vestido curto ou t-shirt e calças de ganga como se fosse igual ao litro, tu olhavas-me sempre com esse ar espantado de quem se apaixona pela primeira vez. E o deslumbramento com que me olhavas quando passeava nua pela tua casa, a perguntar onde punhas as bolachas e quem tinha trazido os imans de Paris que pendiam na porta do frigorifico e eu deixei cair quando fui buscar o teu B-groselha. E tu, sempre com esse ar de quem não sabe muito bem como é que aquela miúda que passeia nua pela tua casa e remexe tudo como uma criança, é capaz de te deslumbrar de cada vez que te olha nos olhos. Com esse teu ar embaraçado que me deixa sem jeito, por mostrar esse teu fascínio genuíno. Esse amor que era autêntico, de todas as vezes como se da primeira vez.
Agora já não sei bem o que somos. Amigos talvez, ou pessoas que se conhecem á muito tempo e se amam demais para conseguir seguir em frente. No outro dia não resisti a ligar-te, só para ouvir a tua voz. Sabes, nunca ninguém me chama Tixa, odeio esse nome.



obrigada por tudo coração, sabes bem que nunca me vou esquecer de ti♥

 

30 de maio de 2011

16 de março de 2011

this crazy little thing i call love*

sabem, já houve um tempo em que deixei de acreditar em principes e princesas.
como também houve uma altura em que acreditava, houve um tempo, há muito muito tempo atrás, que foi tempo de acreditar, de sonhar que um dia, muito tempo depois, teria um principe, um homem robusto de cabelo ao vento montado no seu corcel que me levaria para o seu castelo. houve um tempo, faz muito muito tempo, em que eu acreditei que ele viria. depois perdi esse tempo e perdi os sonhos com ele. mas agora voltei a acreditar; não sei porquê, acho que já devia ter ganhado juizo, já devia ter aprendido que nada é completamente o que parece e tudo tem um tempo e  meu tempo de sonhar alto já passou. mas eu sonho, continuo a sonhar, porque para mim não existe tal coisa como o tempo e sonhar é tudo o que me importa.

20 de fevereiro de 2011

"esta sede de te encontrar em mim,
de correr para ti de estar junto de ti.
(...)mas existe um ponto a brilhar pra mim.
(...)a estrela polar que fixa os meus paços,
a única razão és tu,
a estrela polar tu.
a minha vida existe porque existes tu."
pequerrucho,
clarinha,
carols,
catarina querida,
cat tulipinha,
kate,
caty linda, minha gaija dos gorros,
dani,
fabri,
guidinha,
ico,
mani,
tio zé,
mãe,
pai,
lena tininha*,
caracóis doirados, 
mél,
pê,
priminho,
ti'peio,
sah,
tia penca,
vica, 
xuxu,

os mais importantes* (por ordem alfabética de nomes originais)

(creio que não me esqueci de ninguém. caso isso tenha aconteceido comuniquem, mea culpa.)

14 de janeiro de 2011

gostar de ti,

é adormecer todos os dias a pensar em ti. é passar horas à espera que chegues e não me importar se chegas tarde ou não. é olhar-te como se mais nada visse, é ão existir mais nada para além de ti.
gosto da tua voz doce. do teu olhar sereno e da maneira como consegues fazer-me rir com tanta facilidade. adoro os teus lábios carnudos e a tua barba por fazer. e o teu tique, como eu gosto do teu tique... adoro a expressão que fazes quando ficas concentrado e a maneira como me olhas timidamente quando ninguém está a ver.
sabes, faz muito que não me sinto assim; esta excitação estupida que me faz gelar o raciocínio e agir de maneira parva. gosto de gostar de ti porque gostar de ti faz-me voltar a ser criança, ingenua e sonhadora. gosto de gostar de ti, lindo, porque gostar de ti é tão natural como respirar.

"his lips, his lips i could kiss them all day if he'd let me."

17 de dezembro de 2010

acreditar no amor como se na vida

Há poucos destes dias. Destes em que acordo como se não tivesse sequer dormido, em que deambulo pelas horas como se de um fantasma me tratasse, daqueles espectrais, que absorvem toda a vida que há dentro das pessoas e as tornam infelizes. Acho que tenho um espectro assim a sobrevoar-me nestes dias. Nestes em que o simples facto de não me telefonares faz o meu coração ribombar dentro do peito e estilhaçar-se em pedaços. Sabes que me fazes falta, tal como me faz falta o teu sorriso e as tua voz meio rouca a dizer-me como às vezes digo disparates completos e ensinar-me palavras em espanhol que nunca irei usar. “te voglio” quer dizer quero-te em italiano. Eu quero-te; quero-te tanto como aos gelados nas tardes quentes de Verão, aquelas em que te conheci, meu amor, em que me apaixonei por esse corpo melodioso como uma canção bem composta. As canções, desculpa, poesias, como gostas de lhes chamar, são uma constante a lembrar-me de ti nos elevadores do shopping e nos altifalantes espalhados pela rua.
Excrucia-me o peito não saber onde andas, não saber por quem te perdes e como cruzas os braços em sinal de reprovação sempre que vês algum trabalho que não esteja minimamente perfeito. Preciso de saber de ti mais do que preciso do ar que respiro; és tu esse ar que respiro, que sorvo em lufadas de ar quente e doce, esse teu odor que me conforta só por existir, só por estar na minha almofada todas as manhãs, ou pelo menos como eu gostaria que estivesse. Preciso de ti mais do que preciso da vida porque meu bem, como vês, sem ti a minha não faz sentido.


20 de novembro de 2010

17 de novembro de 2010

finnito



i want this to be over, in the end it somehow it always comes back to you*

15 de novembro de 2010

"Porque quem ama nunca sabe o que ama,
nem sabe porque ama, nem o que é mar;
Amar é a eterna inocência
e a única inocência é não pensar..."
alberto caeiro



14 de novembro de 2010

A,

just because you said sorry
doesn't mean it never hapened,

12 de novembro de 2010

love

Summer romances end for all kinds of reasons. But when all is said and done, they have one thing in common: they are shooting stars, a spectacular moment of light in the heavens, a fleeting glimpse of eternity. And in a flash, they're gone.

in the notebook

10 de novembro de 2010

i don't want you but i need you*

this is what it is, and nothing more than it is

em média cada pessoa diz 4 mentiras por dia.
1460 por ano.
aos 6 anos já somamos um total de 88 000.

a mentira mais comum é "eu estou bem"