Mostrar mensagens com a etiqueta fabrizzio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fabrizzio. Mostrar todas as mensagens

7 de julho de 2011

It has always been about me, myself and I

"If all relationships were nothing but a waste of time, I never wanted to be anybody's other half, I was happy to say that our love wouldn't last...That was the only way I knew 'till I met you...you make we wanna say I do, I do I do, do do do do doooo"



 

Preciso de ter-te perto, aconteça o que acontecer, preciso de sentir-te. Preciso  tanto…

22 de maio de 2011

'cause you're all that really matters*

Amar é saber descrever exactamente o franzir do teu nariz quando sorris. Amar é saber ao pormenor a maneira com não gostas de pessoas que sejam más nem de pessoas que finjam que não são más. É poder sentir o teu perfume mesmo não te tendo por perto, mesmo não estando consciente sequer. É amar-te apenas por existires.
Amar é conhecer cada palmo do teu lindo corpo. Saber que encontrarei chocolate na tua boca, sentirei o prazer doce e tórrido depois de um beijo teu. Saber que na tua barriga moram segredos ainda por desvendar, que procuro entre beijos cheios e suspiros de amor.
Amar é sentir borboletas no estômago, as pernas tremerem com a ansiedade de ter-te por perto e de nunca ser suficiente, o tempo, para poder desfrutar-te ao máximo. Amar é dar o Amor por garantido e mesmo assim fazer de tudo para não o perder.
O Amor, esse que eu sinto latejar no lado esquerdo do meu peito, não me pertence, eu é que lhe pertenço. Acredito piamente que faço dele o que quero, e sei que nunca o poderei possuir. Vivo este paradoxo, esta maravilhosa contradição que dá vida ao meu corpo e ar aos meus pulmões.
Amar é deixar-te brincar com o meu corpo, fazeres-me querer ser dona do Universo e do teu corpo meu Amor. Deixar que me moldes à tua figura e não me importar que modifiques tudo o que tenho pois tudo o que tenho és tu.
Tenho medo de perder-te, a ti Amor. Tenho medo que este “amar” não seja suficiente, e se te cansas e partes… o que acontece depois? Depois não volto a encontrar-te…
Perder o primeiro Amor, vejam bem, é como deixar um gelado cair ao chão, não importa qual seja a nossa idade, nunca conseguiremos suster o desapontamento de não o ter conseguido agarrar.

10 de abril de 2011

és tu o meu principe, sou eu tua princesa*

I've heard that it's possible to grow up - I've just never met anyone who's actually done it. Without parents to defy, we break the rules we make for ourselves. We throw tantrums when things don't go our way, we whisper secrets with our best friends in the dark, we look for comfort where we can find it, and we hope - against all logic, against all experience. Like children, we never give up hope...”
Meredith Grey,


Era uma vez um príncipe, um belo príncipe de olhos verdes, que certo dia conheceu uma pequena, não era princesa, essa pequena, mas isso não importava ao belo príncipe pois afinal o que importa não é o que está escrito mas sim o que se sente; e a pequena era uma princesa por dentro.
O príncipe encantou a pequena, e ela deixou-se encantar por ele. Deixou-se dançar nas noites de baile. Deixou que ele a guiasse pelos labirintos de jardim do castelo. Permitiu até que ele a tomasse nos seus braços pela noite fora enquanto ela inalava o perfume enlouquecedor do corpo dele. Ele olhava-a enquanto a encantava. Questionava-se como seria possível tamanha doçura existir. Tamanha bondade que o prendia a ela sem querer. Não se diria que nenhum dos dois tivesse feito de propósito para se encontrarem, nenhum teria querido que o outro ficasse só para si.
Dizem que o amor por si só basta, que é apenas necessária uma boa dose de romantismo e uma pitada de paixão para que uma relação dure, mas desengane-se quem pensa assim. É preciso dor, desafios, só assim se pode ter a certeza de que é a sério, que é para valer. Eles amam-se, aqueles dois enamorados. Não lhes importa que ele seja realeza e ela do povo. É-lhes indiferente que ela goste de doce enquanto ele prefere o salgado. Mas eles completam-se, ele acaba onde ela termina e ela começa onde ele tem início.
É engraçado vê-los. Ele brinca com ela, diz coisas parvas e ela sorri, com os olhos tão fechados que quase não se vêem. Abre muito os olhos ao olhar para ele, como se tentasse captar o máximo de pormenores possível. Delicia-se no corpo alto que ele tem, nos olhos que não se sabe se são verdes ou azuis, no rosto simétrico e tão doce. Afogam-se na felicidade de pertencerem um ao outro, inspiram o Amor em gordas lufadas de ar.
Diz-se que a rapariguinha foi enfeitiçada pelos olhos muito verdes e pelo perfume doce do corpo dele. Ninguém sabe no entanto, ninguém pode ter a certeza disso porque agora a pequena, a quem todos chamam princesa, já não se distingue do príncipe. Já ninguém pode dizer ao certo onde começa ela e onde acaba ele. Porque uma coisa é certa, o príncipe, sim esse, o belo, também ficou enfeitiçado pelo sorriso apaixonado da princesa e para ele ela será para sempre a sua pequena.

28 de fevereiro de 2011

they say everything is about timing, love too♥

madness - foto by me


"I love that you get cold when it is 71 degrees out. I love that it takes you an hour and a half to order a sandwich. I love that you get a little crinkle in your nose when you're looking at me like I'm nuts. I love that after I spend day with you, I can still smell your perfume on my clothes. And I love that you are the last person I want to talk to before I go to sleep at night. And it's not because I'm lonely, and it's not because it's New Year's Eve. I came here tonight because when you realize you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of your life to start as soon as possible. "
in when harry meet sally

preciso de saber de ti, mais do que preciso de mim. Dói-me não saber por onde andas, o que te move, a quem te dás e por onde te deixas. Imagino que por vezes andes desnorteado, por entre a tristeza e a esperança, por entre o desgosto e a euforia, mas nem disso tenho a certeza: suponho-te, quase tanto quanto te amo. Também há dias em que te duvido. Dói-me o corpo e estranho-te nesses dias; és uma transfusão do tipo errado de sangue, ou do tipo de sangue certo mas a circular ao avesso: entras-me pelo coração e corróis-me os órgãos vitais, corrompes-me o pensamento, tens tu o poder de me deixar o cérebro em estado vegetal. contigo vou rapidamente ao fundo, desço a pique. Há um travo hilariante na desmesura com que estamos não estando. conferes uma dimensão quase teatral à minha vida, estragas a minha realidade, apoderas-te do meu mundo e fazes dele um daqueles desenhos animados parvos com bonecos feitos á mão e onde se vêm os fiozinhos a segurar os bonecos. é desconcertante a maneira como por vezes consegues fazer com que a distância seja tão pequena que mal a noto mas como noutras consegues exacerba-la de tal forma  que escassos quilómetros me parecem continentes afinal.
ardo nesta combustão sem propósito, investindo a tristeza húmida contra as almofadas, empurrando com raiva o lençol para o fundo da cama. Há um rancor a roer-me a pele que me estraga os planos, de toda a vez que me lembro desse limbo em que te moves, da insegurança assustadora onde te afundas tantas vezes e como consegues levar-me contigo, e de como num ápice fazes tábua rasa de tudo o que ficou para trás, ainda ontem éramos felizes.
temo que não mudes nunca, de que um dia sejas só razão de ódio, e de que, ao invés, me mudes a mim cada vez mais. Enquanto isso eu aqui, líquida desfeita, a gerir o amor e o rancor em partes iguais, expectante e pesada. Não aguento, sabes? Não saber por onde andas, mendigo e eufórico, trágico e inseguro, meu sangue, minha vida.



amo-te, tenho a certeza, mas será que isso chega? quero que o resto da minha vida comece o mais rápido possivel e quero que tu faças parte dela.

26 de fevereiro de 2011

sempre*

everything seems so pointless, but when i'm with you it's so diferent. i don't know why.

11 de fevereiro de 2011

amor é(...)

acordar e ter isto na caixa de e-mail:

"oi amor, tenho imensa coisa para falar contigo, não é nada de mal mas continuo a precisar de ti para me sentir melhor. logo ligo beijinhos,

p.s: também tenho saudades tuas,"

2 de janeiro de 2011

31 de dezembro de 2010

quando te conheci, não imaginei que irias ser tão importante para mim*

Há este travo adocicado na minha boca, como se tivesse mergulhado horas a fio a minha língua num prato cheio de açúcar. Tórrida, doce boca.
Latejam-me os lábios e ardem-me os olhos, tremem-me as mãos, fraquejam-me as pernas e a respiração é rápida e pesada como se todo o meu corpo quisesse expressar este mal-estar que me consome. É sempre assim agora, sabes? Há sempre esta doçura na minha boca, sempre os lábios cheios a latejar, os olhos ardem e transbordam sempre que os fecho. Não que não goste de ti, nada disso. O problema também não é tu não me fazeres feliz. O problema é não poder ter esse teu beijo cheio, essa tua pele doce que me preenche os poros e me faz transbordar o coração. É esta ausência de ti, este sentimento de vazio completo quando não te tenho por perto, nem á tua pele doce nem ao teu beijo cheio.
Há este desejo no meu peito, como se tivesse mergulhado horas a minha pele na tua. E condena-me ainda mais esta sensação, confina-me mais ainda a esta melancolia de não te ter e esperar que chegues, no matter what.
Poderia deixar-me envolver por este açúcar que me enche a boca e permitir que ele me levasse até ti, até á tua pele doce e aos teus beijos cheios, mas a minha língua está presa no meu silêncio.

 
 
 
 
perguntaste-me como me sinto hoje, é assim.

26 de dezembro de 2010

you're the right kind of wrong


deixaste-me com o coração apertadinho e com vontade de entrar no primeiro comboio com destino a lisboa que aparecesse e ir direitinha ter contigo, sem olhar uma vez que fosse para trás. detesto quando isto acontece. detesto a maneira com falas comigo e me fazes sonhar a cada palavra que dizes. detesto a maneira perfeita como o teu sorriso condiz com os teus olhos e como olhas fixamente para mim enquanto eu falo. detesto o facto de quereres tudo perfeito e de consiguires sempre ler os meus pensamentos. detesto-te porque estas sempre certo, mesmo quando mentes. detesto quando me fazes sorrir daquela maneira estupida e ainda me dizes que tenho o sorriso mais bonito do mundo e detesto ainda mais a facilidade com que consegues fazer-me chorar. detesto o facto de estares permanentemente a 360 km de mim e detesto ainda mais não poder fazer nada contra isso. mas acima de tudo detesto não te detestar, nem um bocadinho. detesto amar-te por não poder mostrar-te o quanto te amo.


mas eu amo-te.

changes

antes de ontem deu-me a maluqueira, fiquei assim no final:
fofinha e lindinha como ela e tudo :b

17 de dezembro de 2010

acreditar no amor como se na vida

Há poucos destes dias. Destes em que acordo como se não tivesse sequer dormido, em que deambulo pelas horas como se de um fantasma me tratasse, daqueles espectrais, que absorvem toda a vida que há dentro das pessoas e as tornam infelizes. Acho que tenho um espectro assim a sobrevoar-me nestes dias. Nestes em que o simples facto de não me telefonares faz o meu coração ribombar dentro do peito e estilhaçar-se em pedaços. Sabes que me fazes falta, tal como me faz falta o teu sorriso e as tua voz meio rouca a dizer-me como às vezes digo disparates completos e ensinar-me palavras em espanhol que nunca irei usar. “te voglio” quer dizer quero-te em italiano. Eu quero-te; quero-te tanto como aos gelados nas tardes quentes de Verão, aquelas em que te conheci, meu amor, em que me apaixonei por esse corpo melodioso como uma canção bem composta. As canções, desculpa, poesias, como gostas de lhes chamar, são uma constante a lembrar-me de ti nos elevadores do shopping e nos altifalantes espalhados pela rua.
Excrucia-me o peito não saber onde andas, não saber por quem te perdes e como cruzas os braços em sinal de reprovação sempre que vês algum trabalho que não esteja minimamente perfeito. Preciso de saber de ti mais do que preciso do ar que respiro; és tu esse ar que respiro, que sorvo em lufadas de ar quente e doce, esse teu odor que me conforta só por existir, só por estar na minha almofada todas as manhãs, ou pelo menos como eu gostaria que estivesse. Preciso de ti mais do que preciso da vida porque meu bem, como vês, sem ti a minha não faz sentido.