
Que saudades que eu já tinha…! Foram só 4 dias e 18 horas, mas pareceu-me uma eternidade… Já não posso viver sem as tuas risadas, sem a tua voz doce a cantar para mim enquanto tento dormir, sem a tua respiração pausada ao telefone enquanto me explicas o quanto me amas…
Que saudades eu já tinha…! E tu também sentes a minha falta que eu sei…Disseste ainda ontem, enquanto eu tomava banho naquele vazio quarto de hotel: “Ai as saudades que eu já tinha de te ouvir cantarolar para mim, principessa…” Adoro quando me chamas principessa. Já não passa um segundo que seja sem que tu estejas na minha cabeça, conheço ao pormenor o teu timbre de voz, os teus olhos doces, as tuas mãos gigantes…
Que saudades eu já tinha…! Sim, também senti muitas saudades dos teus toques… Uns olhos claros, (não uns quaisquer, só quero os teus), penetrantes, a trespassar os meus com força bruta. Essas mãos enormes nas minhas costas sensíveis (tu conheces-me tão bem…) consegues fazer-me esquecer todos os problemas com um simples beijo. Só um, e puffff!!!! Como que por magia o mundo começa a desvanecer, bem devagar, no encantamento de uma carícia…
Fazes-me sorrir. Que saudades eu já tinha…! Resmungas que estou sempre a rir, não tenho culpa, paixão, tu és irresistível! É como se uma nuvem de boa disposição estivesse sempre á tua volta e envolvesse quem quer que esteja ao teu lado. Ontem não me ri, lembras-te do que disseste? Eu lembro, é claro, disseste: “Então, já não falas comigo á tanto tempo e não sorris nem um bocadinho para mim?” não consegui evitar (como sempre) e ri para ti “Ai que saudades que eu já tinha dessa tua gargalhada tão doce!”, foi o que tu disseste que eu bem me lembro…
Eu já voltei e tu, quando vais voltar a entrar pela minha janelinha e dizer, ao ouvido, que me amas?
Que saudades eu já tinha…! E tu também sentes a minha falta que eu sei…Disseste ainda ontem, enquanto eu tomava banho naquele vazio quarto de hotel: “Ai as saudades que eu já tinha de te ouvir cantarolar para mim, principessa…” Adoro quando me chamas principessa. Já não passa um segundo que seja sem que tu estejas na minha cabeça, conheço ao pormenor o teu timbre de voz, os teus olhos doces, as tuas mãos gigantes…
Que saudades eu já tinha…! Sim, também senti muitas saudades dos teus toques… Uns olhos claros, (não uns quaisquer, só quero os teus), penetrantes, a trespassar os meus com força bruta. Essas mãos enormes nas minhas costas sensíveis (tu conheces-me tão bem…) consegues fazer-me esquecer todos os problemas com um simples beijo. Só um, e puffff!!!! Como que por magia o mundo começa a desvanecer, bem devagar, no encantamento de uma carícia…
Fazes-me sorrir. Que saudades eu já tinha…! Resmungas que estou sempre a rir, não tenho culpa, paixão, tu és irresistível! É como se uma nuvem de boa disposição estivesse sempre á tua volta e envolvesse quem quer que esteja ao teu lado. Ontem não me ri, lembras-te do que disseste? Eu lembro, é claro, disseste: “Então, já não falas comigo á tanto tempo e não sorris nem um bocadinho para mim?” não consegui evitar (como sempre) e ri para ti “Ai que saudades que eu já tinha dessa tua gargalhada tão doce!”, foi o que tu disseste que eu bem me lembro…
Eu já voltei e tu, quando vais voltar a entrar pela minha janelinha e dizer, ao ouvido, que me amas?
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