Amar é conhecer cada palmo do teu lindo corpo. Saber que encontrarei chocolate na tua boca, sentirei o prazer doce e tórrido depois de um beijo teu. Saber que na tua barriga moram segredos ainda por desvendar, que procuro entre beijos cheios e suspiros de amor.
Amar é sentir borboletas no estômago, as pernas tremerem com a ansiedade de ter-te por perto e de nunca ser suficiente, o tempo, para poder desfrutar-te ao máximo. Amar é dar o Amor por garantido e mesmo assim fazer de tudo para não o perder.
O Amor, esse que eu sinto latejar no lado esquerdo do meu peito, não me pertence, eu é que lhe pertenço. Acredito piamente que faço dele o que quero, e sei que nunca o poderei possuir. Vivo este paradoxo, esta maravilhosa contradição que dá vida ao meu corpo e ar aos meus pulmões.
Amar é deixar-te brincar com o meu corpo, fazeres-me querer ser dona do Universo e do teu corpo meu Amor. Deixar que me moldes à tua figura e não me importar que modifiques tudo o que tenho pois tudo o que tenho és tu.
Tenho medo de perder-te, a ti Amor. Tenho medo que este “amar” não seja suficiente, e se te cansas e partes… o que acontece depois? Depois não volto a encontrar-te…
Perder o primeiro Amor, vejam bem, é como deixar um gelado cair ao chão, não importa qual seja a nossa idade, nunca conseguiremos suster o desapontamento de não o ter conseguido agarrar.
sweet**
ResponderEliminarainda bem :D
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