"Okay, we're gonna be okay. You and I, we're a team, right? We're tough. We have that in common. I am very glad you're here. I didn't think your first day would be quite like this, but I'm gonna get it together, and we're gonna figure this out."
Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
Sedo assim, também quando escrevo tenho um sem número de personas a tentar tomar conta das minhas mãos; desde a mais genuína, aquela que penso ser a original, até àquela criada apenas por 5 minutos, são elas que vos escrevem, são elas que vocês lêem nestas páginas rasgadas da minha alma. Perguntem-me vocês qual esta escrever-vos agora que não vos saberei responder. Perdi-me algures em mim. Esta imagem que concebi do meu Eu tornou-se tão presente e tão entranhada que já mal me conheço. Turvam-me as minhas entidades, fazem-me perder os sentidos, fazem-me esquecer quem sou, por onde vou e de onde vim. Já não sei mais quem fala quando falo comigo, perdi-me nesta mesmice chata de ser quem sou. Criei outros “eu's” para que pudesse tornar-me mais única mas perdi-me ainda mais por ver que já não me conhecia. Quanto mais me conheço mais me estranho. Mais me diluo nestas personagens que também sou eu mas que não conheço. E quanto mais me sei, mais descortino realidades por conhecer; e mais preciso de criar outras caricaturas de mim para destapar as que já ficaram pelo caminho. Já não sei o que é ser genuína de tão genuína que sou. Perdi-me algures pelas mãos de mim, fui devorada pelo meu génio efémero.
Será que vivo numa mentira? Fora a mentira uma representação pura da veracidade que eu seria também uma impostura. Estranha-me a minha paridade nas inconstantes efígies do meu ser. Já não me sei de tanto me saber.
tenho de acreditar que sim! obrigada*
ResponderEliminarentão mas eu agora sou Deus? (a) és tão exagerada miúda! mas obrigadooo <3
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