6 de julho de 2009

Silencio, a minha mãe está a sorrir!

Som celestial, coro de arcanjos,
a derramar melodias sobre o teu sorriso lindo,
ilumina a divina paz do seu semblante
e a ternura normal do seu olhar de anjo.
Que nenhum ruído abafe esse som contagiante,
nenhum sofrimento turve no seu rosto de alegria!


Sem temores, para um amanhã incerto.
E a esperança, nesse tímido sorriso aberto,
é a mola propulsora que a encoraja a viver,
transpor limites e a faz crescer.
Nesses dias os dissabores são detalhes
esquecidos, certamente, por entre as cores da aurora.
As luzes no seu rosto quando ri são primorosos entalhes
cravados, suavemente, por mãos frágeis de fadas.

Derruba os meus sombrios medos, com ternura.
E as lágrimas que florescem nos meus olhos,
em teus sorrisos calorosos, docemente,
Quando no teu olhar reencontro meu abrigo,
eles trazem cheiros de infância num eco saudoso.
E também sorrio, aliviada,
quando me volto a encontrar
no bom porto do teu sorriso…
Silêncio! Minha mãe está a sorrir…

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