31 de maio de 2013

para sempre,

Lembra-te das pessoas de quem mais gostas. Onde é que elas estão? Talvez tenhas a tua irmã ou irmão no quarto ao lado, os teus pais no sofá, a ver tv. O teu amor talvez esteja numa outra cidade? Do outro lado do mundo? Já pensaste bem que quaisquer palavras que digas a essas pessoas podem ser as últimas que lhes diriges? Aquele último beijo, antes de saíres do carro, pode ter sido mesmo o último. De sempre. Que o teu “morre!”, no meio de uma discussão mais acesa, pode ser acedido? Já pensaste nisso? Já imaginaste, em algum momentinho da tua vida atarefada, que podes nunca mais voltar a ver a pessoa que amas?
A quem quero enganar? É claro que não pensamos nestas coisas, estamos demasiado ocupados nas nossas rotinas apressadas que não há tempo sequer para pensar em despedidas sentidas. Ficámo-nos por um “adeus, até loguinho então” e pronto. Seja o último ou não, não há volta a dar. Já estamos presos a esta aceitação estúpida. Estamos programados para tomar tudo como certo, para achar que tudo o que temos, está garantidíssimo. Oh… doce engano. Mas vê, como seria importante! De que serve toda uma linda história de amor, cheia de memórias alegres. Valerão os momentos excelentes? Todas as músicas que te dedicou, todas as vezes que disse sentir a tua falta, se a última coisa te disse foi “Xau”. Só assim, seco. Cirúrgico. Como um bisturi que te faz cortes no corpo, bem devagar. Como que a certificar-se que magoa e magoa a sério.

Não quero acreditar, tento viver assim despreocupadamente, mas o destino impinge-me a verdade, em murros pesados, que me magoam diretamente no coração e fazem as lágrimas correr-me pelo rosto. E se foram estas, as últimas palavras que lhe disse? Serei obrigada a viver para sempre com a culpa de não ter feito mais do que pedir que não fosse?

19 de abril de 2013

Cartas trocadas

Ontem vi-te de mãos dadas com outro rapaz. Ele era tão… sei lá… perfeito. Mas ele segurava as tuas mãos da maneira errada e deixou-te andar do lado de fora do passeio. Olha, eu sei que fui eu que acabei contigo dizendo que queria curtir a vida. E curti… curti muita merda, muito choro e muita gente a dizer o idiota que eu sou. Eu podia ter-te feito tão feliz... Eu deveria ter sujado a tua boca com gelado, devia ter-te pagado ao colo e atirado pro sofá só pra te encher de beijos. Lembraste quando cortaste o cabelo e eu não disse nada? Pois… Devia ter-te dito que aquele corte te deixou ainda mais linda e que quando o vento batia nos teus cabelos e olhavas para baixo eu tinha certeza de que queria ficar contigo para sempre. Eu não estou a mentir. Tentei imensas vezes ganhar coragem para vir falar-te. Insulta-me, vá! Chama-me burro. Chama-me burro por não ter visto que o teu sorriso era o mais lindo do mundo, por não ter visto a curva das tuas pestanas que quase tocava as tuas sobrancelhas e o quão perfeitos são os teus olhos. Bate-me, anda. Bate-me por te ter feito chorar. Vá! Bate-me, por favor. Faz-me lembrar que adoravas chocolate preto e eu não te comprava nenhum. Discute comigo por nunca ter usado a camisola que me deste. Eu deveria ter segurado a tua mão com força. Devia ter beijado a tua testa enquanto podia. Devia ter aberto a porta do carro pra tu puderes entrar em vez de sair sem ti. Todas as tardes que passei a jogar jogos de vídeo, devia ter deixado tudo de lado e ter ido a correr pra te ver sorrir. Eu nunca percebi a maneira como mexias os dedos um de cada vez e que aquele “nada”, eras só tu a explodir de ciúmes. Eu nunca deveria ter largado a tua mão para segurar o copo de bebida, nunca. Eu não quero que me desculpes, eu não mereço. Eu só vim aqui ver se estás com alguém porque eu quero dar um soco na cara dele. Percebes? Vês? Eu a ser ridículo outra vez. Mas eu não consegui ver-te agarrar a mão de outro. Apertaste-a da mesma forma que apertavas a minha? Mordeste-o? E aposto que ele não te resmungou, como eu costumava fazer… Diz-me só que lhe mordeste o pescoço e que ele te fez cócegas e disse que te ama. Diz-me só isso, que ele te faz feliz. Olha, se já não me amas, tudo bem, podes mandar-me dar uma volta. Mas se ainda te lembras do dia que eu te abracei e disse o quanto te amava, e da maneira estupidamente apaixonada como me fizeste sentir durante todo esse tempo. Quando te pedi pra seres minha namorada e tu disseste prontamente que sim, então por favor, se te lembras desse dia, sorri pra mim, só mais uma vez. Eu juro que te esqueço, que não te chateio mais e paro de mandar sms em todas as horas iguais, mas sorri pra mim. Deixa-me, pelo menos só mais esta noite, dormir feliz por te ter visto sorrir. Eu vou embora… E desculpa-me, eu não mereço nem um só sorriso teu.





foram tempos...

12 de fevereiro de 2013

fim.


Ainda me lembro da expressão na tua cara, estava tudo bem… beijaste-me, uma última vez antes de ires embora e senti que seria a última vez que o farias. É engraçado pensar nisso, sabes? Pensar que tinha razão… Disseste que me amavas e ao mesmo tempo que não conseguias estar mais comigo, como é possível?
Lembro-me agora que tudo faz mais sentido, todas as vezes que disseste que não podias, que não dava, não era por não poderes de facto mas sim porque simplesmente não querias. Não penses que te odeio… nada disso. Já não sinto nada mais por ti, nem ódio sequer. Mas ainda me lembro, tal e qual como se estivesse a acontecer agora; o dia em que nos conhecemos; como falamos durante horas, perfeitos desconhecidos mas com tanto em comum. Como descemos a avenida e me disseste que querias continuar a falar comigo. A maneira quase sem querer como num estalar de dedos passamos de “eu” e “tu” para um “nós”… Acho que foi a maneira descontraída como caminhavas, a forma envergonhada e sincera como me disseste que me amavas. Amava-te por seres tu. Amava-te porque te tornaste confiante ao pé de mim e confiaste-me contigo. Não sei se sabes mas tive que reaprender-me depois de ti. Já não sei como andar na rua sem o teu braço por cima do meu ombro, sem ti a dar-me beijos na bochecha assim, do nada…
Lembro-me que costumavas dizer-me que te fazia feliz… e tu também me fazias feliz sabes? Apesar de agora me custar admiti-lo: um dia tu fizeste-me muito feliz. Um dia eu achei que eras tu o tal de que todos tanto falam; a definição do Amor. E não me cansei de dizê-lo a toda a gente: que te tinha encontrado. Lembro-me perfeitamente de como me confortava sentir o teu coração bater ao pé do meu ouvido, de como me fazias sorrir, de como nos dávamos bem. Planeamos tanta coisa juntos, o que nunca planeamos foi que mudasses de ideias e que de repente deixássemos de ser aquele nós. E eu… já não sei como ser algo que de tu sintas falta… Nunca planeei que aquele fosse o nosso último beijo. Ai se pudesse… mudava tanta coisa nele, não seria só mais um… mas foi e agora não me resta nada para além das fotografias de alguns desses momentos e desejar, com todas as forças, que hajam coisinhas (ainda que pequeninas) que te lembrem de mim, que te façam recordar aquilo que tivemos. Nunca imaginei que acabássemos assim.

24 de janeiro de 2013

são coisas da vida


Ele não vai ligar muito menos pedir desculpas. Talvez nem sequer fale contigo quando passar por ti na rua. De certeza que não se vai se arrepender de nada do que fez, nem reconhecer que errou. Não vai perceber que está a perder-te aos poucos… Não vai pedir pra que tudo volte a ser como antes, ele está feliz assim. Ele não é uma miúda para dizer para os amigos que sente a sua falta ou lembrar-se de ti ao ouvir uma música qualquer que passe na rádio. Acorda miúda! Não acredites que ele passa as noites acordado a pensar no que poderia ter dado certo isso não vai acontecer... Ele nunca vai perceber que fez a maior merda vida dele, ao deitar fora a pessoa que mais o fazia feliz. Achas mesmo? Que ele vai chorar, sofrer e morrer de amor ao pensar em ti? Não… ele é demasiado orgulhoso para admitir isso, até a ele próprio. E se pensas que ele vai tentar ir atrás de ti para explicar-te o porquê de estar tudo acabado… tira daí o cavalinho porque ele nem sequer quer saber o que tu pensas sobre o assunto.

Ele vai deixar de sorrir ao ver-te na rua e se te vir, não vai ficar o dia inteiro a pensar como estavas bonita ou como o seu sorriso é estonteante. Talvez um dia ele tivesse feito isso mas agora já não… O orgulho vai impedi-lo de correr atrás quem quer que seja e não tarda vais vê-lo, agarrado à primeira cabra fácil que lhe abrir as pernas. Tu vais sentir tudo o que ele não sente, de uma forma arrebatadora. Tu sim, vais chorar, lamentar-te e questionar-te noites a fio sobre o porquê de não ter dado certo… mas um dia vais acordar e já não vão haver mais lágrimas para chorar. Vais ver que ele foi um desperdício de tempo e por mais que agora te custe a acreditar, nem sequer te vais lembrar dele. Vão até haver dias em que vais passar por ele na rua sem reparar. E aí, minha querida, é que ele vai notar a falta que lhe fazes, mas já vai ser tarde demais; por essa altura já terás esgotado cada pedaço de amor que tinhas por ele.

23 de agosto de 2012



não posso dizer que alguma vez te tenha esquecido. não posso de maneira alguma afirmar que esses olhos estranhamente profundos, estranhamente doces; me tenham saído da cabeça por um segundo que fosse durante todo este tempo, pois estaria a mentir..

nem os teus beijos, esses não poderei mesmo nega-los pois eles estão cravados no meu ventre, no meu pescoço, nos meus lábios também.. é impossível, que alguma vez eu te esqueça; esqueça o que nós tivemos. e tu também não te esqueces, eu sei que não.

5 de agosto de 2012



"Os homens nuca dizem: «Já não gosto.» Dizem: «O problema não está em ti, está em mim. Preciso de pensar, preciso de espaço...». As mulheres são muito mais directas: «Deixei de gostar de ti.» E pronto. Os homens nunca o dizem porque querem que a mulher fique de reserva."

António Lobo Antunes


"Eu nem sequer gosto de escrever, Acontece-me às vezes estar tão desesperado que me refugio no papel como quem se esconde para chorar. E o mais estranho é arrancar da minha angústia palavras de profunda reconciliação com a vida."

Eugénio de Andrade

20 de julho de 2012

para a minha pequenina,

todos tentamos ir vivendo a vida aos poucos a tentar ser felizes, pelo caminho encontramos pessoas que nos completam e nos ajudam a seguir esse caminho; outras que deixam uma marca mas vão seguir um caminho diferente do nosso.
eu já conheci muita gente, algumas das quais já nem recordo a cara mas guardo no coração as experiências por que passamos e outras que me orgulho de chamar de amigos, de partes de mim.
hoje quero dar os parabéns a uma dessas pessoas, a um pedacinho do meu coração. marcaste-me de uma maneira que não fazia ideia ser possível, apesar de não poder-mos ver-nos tão frequentemente quando desejaríamos, temos  uma ligação de coração, minha pequenina. e esse tipo de ligações são raras, e é uma honra poder dizer que te tenho como amiga e gostaria que isso fosse assim para sempre.
"um dia vamos andar descalças na relva molhada"

Parabéns Catarina<3

31 de março de 2012

.



‎"Da boca p'ra fora a gente diz tudo o que quer." 

25 de janeiro de 2012

if somehow*

"se um dia tiveres que escolher entre o mundo e o Amor... Lembra-te. Se escolheres o mundo ficarás sem o Amor, mas se escolheres o Amor com ele conquistarás o mundo."
Albert Einstein

16 de janeiro de 2012

lets make it last*



 Imagino os teus olhos, a tua boca, a tua pele. Talvez não percebas, mas quando estamos perto um do outro, mesmo sem nos tocarmos, muitas coisas acontecem dentro de mim.
Queria te sentir bem juntinho a mim, a tua pele colada à minha, o teu beijo no meu corpo, queria sentir mais perto esse teu cheiro que me enlouquece; não sabes, mas o meu corpo estremece ao ver-te.
Imagino as tuas mãos a acariciar-me, a tentar encontrar tudo o que não está a vista. Imagino a tua boca na minha, os meus olhos nos teus, e de repente, quando tudo se encaixa e estamos num mar incrível de sensações esquecemos do mundo.
Admiro-te de longe ou na distancia infinita que me parecem os poucos centímetros que nos separam; o teu corpo maravilhoso, imagino tudo o que poderia ser feito se assim me permitisses, tocar cada parte de ti. Beijar-te, sentir o teu abraço e ouvir o bater do teu coração.
Não sei aclarar isto que estou a sentir, talvez por não ter alguma vez experimentado coisa tal. Mas amo-te, é o que dizem. Seja o que for que lhe chamemos, podes crer que darei a minha vida por ti caso seja preciso, porque sem ti não há vida digna de ser vivida.

19 de outubro de 2011

amar-te assim,

Apaixonas-me de cada vez que dizes que me amas. delicias-me quando me dás beijinhos nos olhos e dizes que os adoras; a estes que te amam mais a cada segundo que passa. Inebrias-me com esse teu cheiro doce, esse que sorvo em gordas lufadas de ar; quero aproveitar-te ao máximo, absorver cada partícula  do teu perfume. Não quero perder um milímetro que seja de ti.

8 de outubro de 2011

15 de setembro de 2011

Bem-me-quer, mal-me-quer,

"Okay, we're gonna be okay. You and I, we're a team, right? We're tough. We have that in common. I am very glad you're here. I didn't think your first day would be quite like this, but I'm gonna get it together, and we're gonna figure this out."
Meredith Grey


Tenho várias almas dentro de mim. Em cada olhar há um sem número de entidades a lutar pelo protagonismo; em cada sorriso outras tantas querendo dar um pouco de si. Dizem os entendidos na matéria que é assim que nós, ascendentes de gémeos, somos; seres com várias personalidades que coabitam entre si. “Um signo que vale por dois...bem no mínimo, pois bem poderiam ser trigémeos ou quadrigémeos. Quantos mais vierem é lucro!”.
Sedo assim, também quando escrevo tenho um sem número de personas a tentar tomar conta das minhas mãos; desde a mais genuína, aquela que penso ser a original, até àquela criada apenas por 5 minutos, são elas que vos escrevem, são elas que vocês lêem nestas páginas rasgadas da minha alma. Perguntem-me vocês qual esta escrever-vos agora que não vos saberei responder. Perdi-me algures em mim. Esta imagem que concebi do meu Eu tornou-se tão presente e tão entranhada que já mal me conheço. Turvam-me as minhas entidades, fazem-me perder os sentidos, fazem-me esquecer quem sou, por onde vou e de onde vim. Já não sei mais quem fala quando falo comigo, perdi-me nesta mesmice chata de ser quem sou. Criei outros “eu's” para que pudesse tornar-me mais única mas perdi-me ainda mais por ver que já não me conhecia. Quanto mais me conheço mais me estranho. Mais me diluo nestas personagens que também sou eu mas que não conheço. E quanto mais me sei, mais descortino realidades por conhecer; e mais preciso de criar outras caricaturas de mim para destapar as que já ficaram pelo caminho. Já não sei o que é ser genuína de tão genuína que sou. Perdi-me algures pelas mãos de mim, fui devorada pelo meu génio efémero.
Será que vivo numa mentira? Fora a mentira uma representação pura da veracidade que eu seria também uma impostura. Estranha-me a minha paridade nas inconstantes efígies do meu ser. Já não me sei de tanto me saber.

14 de setembro de 2011

és o meu sonho por realizar.


Em cada sorriso perdido, lembro-me de ti. Em cada gesto lançado ao vento sinto a tua falta. Perco-me pelos olhos da tua alma, correntes de desejo que exalas em cada suspiro pausado, que espalhas na minha pele como se de perfume se tratasse.
Faz-me falta esse pedaço de ti, esse que costumava sentir aqui no lado esquerdo do peito mas que já lá não está; não sei que ventos te levaram. Já não conheço os teus olhos, já não lhes conto as cores como se fossem os meus; não lhes sei os reflexos como se dos meus se tratassem.
Perdi-me algures entre as tuas palavras e o cheiro da tua camisola. Já não sei de mim; melhor dizendo, já não sei daquela que eu era quando tu fazias parte de mim; perdeu-se nas tuas mãos grandes. Essas mãos que agora se entrelaçam nas mãos de outra alma como se entrelaçaram nas minhas um dia.
Nesse dia em que tu foste meu e eu me disse tua; eu gritei ao Mundo inteiro, aos quatro ventos o meu amor por ti, sabias? Agora grita a outra alma; aquela nas mãos da qual as tuas se entrelaçam como já o fizeste nas minhas; e o grito dela ecoa nos meus tímpanos, estilhaça a minha alma, parte-a em pedacinhos pequenos. Os quatro ventos, que te levaram, levam-me a mim também, para lugares que não conheço, para sítios que nem imagino; para colos que me são estranhos; espalham-me por aí e vou procurando, por ti ou por outro sonho como tu.
Estranho-te hoje, como nunca te estranhei. Perco-me pelas tuas palavras como nunca me perdi antes. Pelo contrário, já não me perco nos teus sonhos como costumava perder-me, nem nas tuas mãos, nem na tua barriga…
Fazes-me falta todos os dias. Faz-me falta esse que já foi um pedaço de mim. Já te quis recuperar mas agora que sei que nunca foste verdadeiramente meu, já só sinto a falta desse bocado de Amor, meu sonho.

18 de agosto de 2011

e pronto(s)

"Os outros vêem-na como sendo uma pessoa com vivacidade, charmosa, divertida, prática e interessante. Alguém que está sempre no centro das atenções mas que não deixa que isso lhe suba à cabeça. Também é vista como um a amiga delicada e compreensiva, sempre disposta a animar e ajudar aqueles que a rodeiam."

(:

teste vindo daqui.

15 de agosto de 2011

to ireland, with love*


A* how do you say “i love you”?
P* A-mo-te
A* À-mó-té
P* me too :$


you will be missed and loved, forever I promise

8 de agosto de 2011

a modos que é isto... ~*

   da Mimi ,
  • se fosse uma hora do dia: meio dia.
  • se fosse um astro: a lua.
  • se fosse uma direcção: esquerda. 
  • se fosse um móvel:estante de livros.
  • se fosse um líquido: água.
  • se fosse um pecado: gula.
  • se fosse uma pedra: ágata.
  • se fosse uma árvore: cerejeira.
  • se fosse uma fruta: pêssego.
  • se fosse uma flor: tulipa.
  • se fosse um clima: tropical. 
  • se fosse um instrumento musical: piano. 
  • se fosse um elemento: água. 
  • se fosse uma cor: verde. 
  • se fosse um animal: tigre. 
  • se fosse um som: mar. 
  • se fosse uma música: muitas. 
  • se fosse um sentimento: amor. 
  • se fosse um livro: muitos. 
  • se fosse uma comida: massa à lá qualquer-coisa. 
  • se fosse um lugar: praia dos Beijinhos. 
  • se fosse um gosto: agridoce. 
  • se fosse um cheiro: limão. 
  • se fosse uma palavra: sentimento.
  • se fosse um verbo: ser. 
  • se fosse um objecto: computador. 
  • se fosse uma peça de roupa: vestido. 
  • se fosse uma parte do corpo: mãos. 
  • se fosse uma expressão facial: alegria.
  • se fosse uma personagem de desenho animado: poupas. 
  • se fosse um filme: American History X. 
  • se fosse uma forma: indefinivel. 
  • se fosse um número: 7. 
  • se fosse uma estação: verão. 
  • se fosse uma frase: vale sempre a pena quando a alma não é pequena.

mélanie, a xuxu linda♥

"Estamos quase a fazer um ano que nos conhecemos. Como o tempo voa! Sabes neste quase um ano, descobri que és muito diferente de mim…tolerante, paciente…olha que para aturar uma habilidosa como eu é preciso ter coragem. Apesar de estar a sensivelmente 50 km de distância acho que estamos mais perto do que tu imaginas, infelizmente para ti. Ai o que tu tens que aturar! O teu grande azar foi que eu até simpatizei contigo. És uma pessoa oposta de mim, uma maneira de pensar totalmente diferente da minha.
Será por isso que te aprecio? Gostava de ter a tua maneira de pensar…oh men é tão difícil escrever para os outros. Não gosto de me expressar, não gosto de chorar também na minha vida só o fiz duas vezes. Não consigo demonstrar o que sinto, desculpa. Bicho? Talvez…ás vezes pergunto-me “será que tenho alma? Ou será só ossos e carne?” é que se tenho não consigo ver nem fazer com que os outros a vejam…desculpa Ana. Gosto de ti."

da minha Mel, para mim. eu txi adoro meu benzinho *.*

2 de agosto de 2011

das coisas que eu adoro*

 porque não me canso de lê-la, eis a Papoila

"Há uma indispensabilidade natural de serem os homens a tomarem o primeiro passo numa relação. Não é cá uma questão de ser antiquada ou obsoleta. É uma inevitabilidade. 'Tá feito assim e não vale a pena mexer.
Já é sabido - fruto da ironia macabra da vida - que há uma tendência atroz para desvalorizarmos todas as coisas que damos como certas e seguras, uma vez que nada do que é fácil, simples ou acessível nos atrai, pelo menos enquanto as temos. Mas, no que diz respeito ao amor - ou outro sinónimo lamechas que lhe prefiram atribuir -, há interpretações distintas entre os sexos, o que me leva a garantir a veracidade da minha primeira afirmação.
Os homens nunca gostam de gajas fáceis. Por mais feios que sejam e por melhor que seja a moça, se esta andar atrás deles e mostrar que é capturada com um estalar de dedos, nunca há-de haver atracção, por maiores e melhores que sejam os seus atributos.
As mulheres, por sua vez, não gostam de gajos fáceis, mas aceitam-nos com facilidade. Por mais bonitas que sejam e por mais idiota que seja o dito cujo, se este tiver um poder de persuasão acima da média e um ar engraçadinho, com jeitinho a coisa pode funcionar. Esta aptidão feminina para o romance surgiu dos atropelamentos em histórias encantadas, em que a menina, inocente, estaria à espera do seu príncipe que, com ternura, iria lutar por ela sobre todas as coisas. Daí que um gajo esperto e convincente, com duas dúzias de palavras bem metidas e umas flores à mistura, consiga conquistar a rapariga sem grande trabalho. Demasiados filmes romântico-melosos nas suas cabeças.
Os homens, apesar de adorarem manter o seu ego bastante elevado, não são conquistados por essa via. Jamais. Se a cachopa for toda queridinha e o lembrar de dez em dez minutos o quão lindo e maravilhoso ele é e se partir para o pressuposto que com presentinhos e bombons a coisa pode ir ao sítio, mesmo que seja a única mulher do mundo, nunca irá haver amor. Sexo, talvez - muito provavelmente, até. Amor, nunca. 


Portanto, é a natureza cerebral das coisas e não há que tentar dar a volta ao cosmos. Se é para haver romance, têm de ser os homens a mexer o rabo ou a coisa está fodida."


 


ADORO!